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Cammila Yochabell, CEO e fundadora da Jobecam Divulgação

ENTREVISTA

Lições de mulheres que lideram o ecossistema de inovação

Empreendedoras revelam os desafios da jornada em um ambiente predominantemente masculino, em que apenas 4,7% das startups são fundadas apenas por mulheres

O ecossistema de startups no Brasil é predominantemente masculino. Segundo levantamento da Associação Brasileira de Startups (ABStartups), uma em cada quatro empresas não tem nenhuma mulher na equipe. Entre founders, os dados são ainda mais preocupantes: apenas 4,7% das startups foram criadas somente por mulheres, e 90% foram fundadas exclusivamente por homens, de acordo com dados do Distrito.

A mesma dinâmica aparece na relação com investidores. Embora a diversidade de gênero esteja ligada a melhores resultados e valuations maiores, é mais difícil para elas levantarem aportes. Entre os motivos está o fato de existir um problema de diversidade dentro dos próprios fundos de investimento, em que mulheres representam apenas 27% dos profissionais em Venture Capital no país.

Em posições de liderança, mulheres têm melhor desempenho para superar momentos de crise. Segundo Fernanda Caloi, gerente de programas do Google for Startups, isto está ligado a soft skills “de cuidado, de planejamento, de colaboração e de agregar muitos ângulos do problema”.

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