Mas a maioria das empresas ainda não sabe o que fazer com ele. Sua ascensão expõe um paradoxo: a posição cresce três vezes mais rápido que a capacidade de usá-la para transformar o negócio de fato
Só ficou mais fácil não perceber o risco.
A evolução da governança se propõe a entregar aquilo que o ESG deveria ter conseguido, mas não conseguiu, e deve permitir que as organizações gerem real valor para os stakeholders.
Se mudar é inevitável, resistir ao novo também é, e é preciso que a liderança saiba se antecipar à resistência assumindo a gestão em todas as etapas do processo.
Agentes prometem escala e eficiência, mas expõem limites organizacionais. O diferencial está na capacidade das empresas de gerir IA como rotina operacional.
O AI Radar 2026 do BCG mostra CEOs assumindo decisões de IA, concentrando capital, risco e governança.
Relatórios da IBM e da Deloitte apontam na mesma direção: empresas só extraem valor de IA quando CDOs garantem governança, integração e métricas consistentes para os dados.
Como sair do 'purgatório' da experimentação para resultados reais
Sem fundação sólida, projetos viram castelos de areia: executivos da MATH explicam como transformar hype em vantagem competitiva com governança, resiliência e ROI real.
A corrida pelo uso da IA já consumiu bilhões, mas os retornos permanecem incertos. Um paradoxo que divide conselhos e investidores. Lideranças enfrentam a decisão mais difícil: insistir ou recuar?
A “passagem de bastão” é altamente complexa, e não apenas na alta liderança: é preciso repensar o processo sucessório também na média gerência
O que torna um cargo crítico dentro da empresa? Apenas 57% das empresas alocam profissionais de alto desempenho ou de alto potencial nesses cargos
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