A Starbucks anunciou que investirá US$ 1 bilhão para aprimorar a experiência dos colaboradores (employee experience ou simplesmente EX) dentro da empresa. Isso inclui, segundo o CEO Howard Schultz, treinamento e colaboração modernizados, inovação nas lojas e aumento salarial. Sim, o objetivo final é oferecer maior lucratividade, mas a preocupação é dar aos clientes uma “experiência elevada”.
Só aí temos três pontos que por si só justificariam que todas as empresas investissem em Experiência do Colaborador: olhar para quem está contato com o cliente resulta em uma experiência do cliente melhor e, consequentemente, mais dinheiro para a companhia. “CX e EX são metades da mesma laranja”, escreve Bruno Guimarães no prefácio do livro “Experiência do Colaborador – Na Teoria e Muita Prática”, que acaba de ser lançado pela Rokkets Editora. “Profissionais engajados e com propósito estarão mais preparados e motivados para entregar a melhor experiência para o cliente final”.
Mas vamos ao princípio: o que é Experiência do Colaborador? De acordo com um estudo do Gallup, “a experiência do colaborador é a jornada que um funcionário faz com sua organização”. “Em seu cerne está essa pergunta: Como os colaboradores estão vivenciando seu local de trabalho? A resposta é a soma de todas as interações que um funcionário tem com um empregador, desde o pré-recrutamento até a saída. Inclui tudo, desde os principais marcos e relacionamentos pessoais até o uso da tecnologia e o ambiente físico de trabalho”, cita o report.
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
Cofundador do Waze e criador de dois unicórnios, Uri Levine lança no Brasil o livro "O Simples Vence" e prepara uma academia online para empreendedores
A região tem 2.653 startups mapeadas e uma base agrícola de classe mundial, mas captou só US$ 421 milhões em 2024 ou 11% do investimento dos mercados emergentes
Recorde de capital no 1º trimestre de 2026 supera todo o ano de 2023. Com adoção que rivaliza com economias ricas, a região aposta nos agentes de IA para acelerar décadas de produtividade
Boards recebem até 500 páginas dias antes de decidir. Pesquisa com empresas de capital aberto mostra como planejamento, curadoria e IA podem mudar esse jogo
Depois de encolher 31%, o valor das startups voltou a crescer — mas a expansão se concentra nos EUA e na IA, enquanto a distância para os ecossistemas emergentes aumenta
Estudos de 2026 da PwC, BCG e Work AI Institute mostram que a inteligência artificial não destrói empregos em massa — ela profissionaliza uns e simplifica outros, recompensa habilidades humanas e cobra um preço oculto de quem não red...
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
