s
A pergunta que não quer calar quando se fala em Experiência do Colaborador: Como os colaboradores estão vivenciando seu local de trabalho? Crédito: Christina Morillo/Pexels
TENDÊNCIAS

Experiência do colaborador: precisamos olhar para EX

A boa ou a má experiência de um trabalhador pode influenciar sua decisão de mudar de emprego, voltar para uma empresa na qual trabalhou e a probabilidade de recomendar uma organização para outros talentos

Por Soraia Yoshida 09/05/2022

A Starbucks anunciou que investirá US$ 1 bilhão para aprimorar a experiência dos colaboradores (employee experience ou simplesmente EX) dentro da empresa. Isso inclui, segundo o CEO Howard Schultz, treinamento e colaboração modernizados, inovação nas lojas e aumento salarial. Sim, o objetivo final é oferecer maior lucratividade, mas a preocupação é dar aos clientes uma “experiência elevada”.

Só aí temos três pontos que por si só justificariam que todas as empresas investissem em Experiência do Colaborador: olhar para quem está contato com o cliente resulta em uma experiência do cliente melhor e, consequentemente, mais dinheiro para a companhia. “CX e EX são metades da mesma laranja”, escreve Bruno Guimarães no prefácio do livro “Experiência do Colaborador – Na Teoria e Muita Prática”, que acaba de ser lançado pela Rokkets Editora. “Profissionais engajados e com propósito estarão mais preparados e motivados para entregar a melhor experiência para o cliente final”.

Mas vamos ao princípio: o que é Experiência do Colaborador? De acordo com um estudo do Gallup, “a experiência do colaborador é a jornada que um funcionário faz com sua organização”. “Em seu cerne está essa pergunta: Como os colaboradores estão vivenciando seu local de trabalho? A resposta é a soma de todas as interações que um funcionário tem com um empregador, desde o pré-recrutamento até a saída. Inclui tudo, desde os principais marcos e relacionamentos pessoais até o uso da tecnologia e o ambiente físico de trabalho”, cita o report.

Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.

Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.

É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.

O novo CEO: o que os boards realmente esperam da liderança em 2026

Tendências

O novo CEO: o que os boards realmente esperam da liderança em 2026

Resultados já não bastam. Conselhos agora buscam líderes que combinem visão estratégica, domínio de IA, liderança humana e presença ética para atravessar tempos de incerteza

A Grande Adaptação do Trabalho: por que 2026 será o ano da virada na relação entre empresas e pessoas

Tendências

A Grande Adaptação do Trabalho: por que 2026 será o ano da virada n...

O Workmonitor 2026 revela a lacuna de confiança entre empregadores e trabalhadores, o avanço da IA como infraestrutura e o fim da carreira linear — e o que líderes precisam fazer agora

A IA sai do chat e entra no caixa

Inteligência Artificial

A IA sai do chat e entra no caixa

A Anthropic aposta em agentes pagos; a OpenAI recorre à publicidade para sustentar a escala do ChatGPT.

2026, o ano no qual o Chief AI Officer é o CEO

Inteligência Artificial

2026, o ano no qual o Chief AI Officer é o CEO

O AI Radar 2026 do BCG mostra CEOs assumindo decisões de IA, concentrando capital, risco e governança.

O futuro do dinheiro entra em fase operacional

Tendências

O futuro do dinheiro entra em fase operacional

Pagamentos agênticos e dinheiro programável deixam de ser conceito e passam a redefinir eficiência operacional e risco no sistema financeiro.

Futuro do trabalho: IA redistribui o valor da produtividade individual para coletiva

Tendências

Futuro do trabalho: IA redistribui o valor da produtividade individual...

Da economia do desalinhamento de habilidades à produtividade coletiva e ao Human Performance Reset, os dados mostram como a Inteligência Artificial está mudando o que realmente importa no trabalho