A Starbucks anunciou que investirá US$ 1 bilhão para aprimorar a experiência dos colaboradores (employee experience ou simplesmente EX) dentro da empresa. Isso inclui, segundo o CEO Howard Schultz, treinamento e colaboração modernizados, inovação nas lojas e aumento salarial. Sim, o objetivo final é oferecer maior lucratividade, mas a preocupação é dar aos clientes uma “experiência elevada”.
Só aí temos três pontos que por si só justificariam que todas as empresas investissem em Experiência do Colaborador: olhar para quem está contato com o cliente resulta em uma experiência do cliente melhor e, consequentemente, mais dinheiro para a companhia. “CX e EX são metades da mesma laranja”, escreve Bruno Guimarães no prefácio do livro “Experiência do Colaborador – Na Teoria e Muita Prática”, que acaba de ser lançado pela Rokkets Editora. “Profissionais engajados e com propósito estarão mais preparados e motivados para entregar a melhor experiência para o cliente final”.
Mas vamos ao princípio: o que é Experiência do Colaborador? De acordo com um estudo do Gallup, “a experiência do colaborador é a jornada que um funcionário faz com sua organização”. “Em seu cerne está essa pergunta: Como os colaboradores estão vivenciando seu local de trabalho? A resposta é a soma de todas as interações que um funcionário tem com um empregador, desde o pré-recrutamento até a saída. Inclui tudo, desde os principais marcos e relacionamentos pessoais até o uso da tecnologia e o ambiente físico de trabalho”, cita o report.
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
Relatório do Fórum Econômico Mundial revela que 1.920 unicórnios privados concentram valor que os mercados públicos não conseguem mais absorver
Uma onda de organizações que demitiu em nome da IA está refazendo o caminho, só que agora com custos 27% maiores, equipes que perderam a confiança na liderança e o conhecimento institucional que foi embora junto com os funcionários
Mais da metade dos CEOs ouvidos pelo BCG diz que seus conselhos confundem narrativa midiática com realidade operacional da IA; 60% acreditam que estão sendo pressionados a agir rápido demais
A empresa, que investe em educação de colaboradores e clientes sobre IA, se apoia em uma cultura construída ao longo de cinco décadas para se tornar diferencial num mercado em consolidação.
Com 28 anos de empresa e quase uma década como CHRO, Jenn Mann revela o que mantém a SAS privada, sólida e admirada num setor que muda a cada ciclo.
Em entrevista à The Shift durante o SAS Innovate 2026, Bill Wisotsky separou o hype da realidade na Computação Quântica e fez um apelo direto a CIOs e CISOs: quem não começar a explorar agora vai chegar tarde demais
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
