A diferença entre interagir e socializar ficou bem clara nesse período de afastamento social compulsório. Presos em casa, muitos americanos começaram a sentir a necessidade da vivência em sociedade e da troca de ideias com desconhecidos sobre temas em comum. O que trouxe de volta as salas de chat, turbinadas agora por voz, imagem e eventos paralelos.
O serviço mais badalado nesse momento é o Clubhouse, uma espécie de rede social baseada em áudio onde as pessoas podem entrar espontaneamente em salas de bate-papo, para conversar ou apenas ouvir. Para ter uma conta é preciso ser convidado. O que fez o Twitter explodir este fim de semana de mensagens de pessoas implorando por um, se gabando de já estarem participando e até zombando da FOMO de todos. Para ter uma ideia do sucesso, o app acabou de conquistar Andreessen Horowitz, que avaliou a empresa em US $ 100 milhões, segundo a Forbes.
O Party Royale é ainda mais divertido. As festas no metaverso têm muita música, mas também muita diversão, com desafios onde a violência é proibida. Lançado em 8 de maio com uma festa no jogo com apresentações de Steve Aoki e Deadmau5, começa como qualquer sessão de Fortnite. E a Epic Games promete realizar eventos ao vivo regularmente. É tudo o que o Second Life poderia ter sido.
Outro hit da quarentena é o Houseparty, um app de chamadas de vídeo em grupo que vem fazendo sucesso entre os jovens, por ser simples e fácil de usar, e que viralizou também no Brasil. Em breve será possível assistir a vídeos ao vivo com amigos. No fim de semana, o serviço lançou sua primeira série de eventos experimentais, chamada In the House, que contou com mais de 40 celebridades dançando, conversando, cozinhando, cantando, treinando, etc, ao longo de três dias.
O relatório "Beyond Tomorrow", do BCG Henderson Institute, traça quatro futuros plausíveis para 2050 a partir de mais de 100 megatendências e um século de dados. E alerta que as decisões dos próximos cinco anos moldarão os próximos...
A maioria (84%) dos profissionais brasileiros quer líderes emocionalmente controlados: o que esta pesquisa revela sobre a lacuna da liderança no país
O gargalo da Inteligência Artificial nas empresas virou execução, contexto e gestão, com 7,9 horas por semana perdidas em atrito e apenas 12% dos funcionários dizendo que o trabalho de fato mudou
Pesquisa Ford e Datafolha aponta falta de conhecimento técnico como principal gargalo na contratação, mas a escassez de habilidades comportamentais, o domínio do inglês e a velocidade da adoção de IA complicam ainda mais o cenário
Três em cada quatro empresas admitem que não conteriam um ciberataque significativo sem paralisar as operações. O risco agora é de continuidade do negócio
Quase três em cada quatro organizações admitem não ter gente nem tempo para sustentar uma cultura de aprendizagem. O problema é de infraestrutura, intencionalidade e, sobretudo, de coragem para fazer escolhas
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
