A diferença entre interagir e socializar ficou bem clara nesse período de afastamento social compulsório. Presos em casa, muitos americanos começaram a sentir a necessidade da vivência em sociedade e da troca de ideias com desconhecidos sobre temas em comum. O que trouxe de volta as salas de chat, turbinadas agora por voz, imagem e eventos paralelos.
O serviço mais badalado nesse momento é o Clubhouse, uma espécie de rede social baseada em áudio onde as pessoas podem entrar espontaneamente em salas de bate-papo, para conversar ou apenas ouvir. Para ter uma conta é preciso ser convidado. O que fez o Twitter explodir este fim de semana de mensagens de pessoas implorando por um, se gabando de já estarem participando e até zombando da FOMO de todos. Para ter uma ideia do sucesso, o app acabou de conquistar Andreessen Horowitz, que avaliou a empresa em US $ 100 milhões, segundo a Forbes.
O Party Royale é ainda mais divertido. As festas no metaverso têm muita música, mas também muita diversão, com desafios onde a violência é proibida. Lançado em 8 de maio com uma festa no jogo com apresentações de Steve Aoki e Deadmau5, começa como qualquer sessão de Fortnite. E a Epic Games promete realizar eventos ao vivo regularmente. É tudo o que o Second Life poderia ter sido.
Outro hit da quarentena é o Houseparty, um app de chamadas de vídeo em grupo que vem fazendo sucesso entre os jovens, por ser simples e fácil de usar, e que viralizou também no Brasil. Em breve será possível assistir a vídeos ao vivo com amigos. No fim de semana, o serviço lançou sua primeira série de eventos experimentais, chamada In the House, que contou com mais de 40 celebridades dançando, conversando, cozinhando, cantando, treinando, etc, ao longo de três dias.
Três relatórios globais sobre educação, recrutamento e gestão corporativa chegam à mesma conclusão: empresas e universidades dominam a tecnologia, mas ainda não sabem preparar as pessoas para usá-la
Estudo revela as cinco perguntas que dominam as reuniões de board em 2026 e mostra por que a escassez de talento, e não a tecnologia, é o que trava o retorno da IA
Relatório do WEF revela três tendências que unem as dez inovações do ano — tecnologias mais pessoais, mais distribuídas e capazes de fazer mais com menos
A primeira geração de baterias de carros elétricos chega ao fim da estrada e expõe uma disputa por lítio, níquel e cobalto — com a China dominando 85% da capacidade global
A região tem 2.653 startups mapeadas e uma base agrícola de classe mundial, mas captou só US$ 421 milhões em 2024 ou 11% do investimento dos mercados emergentes
Recorde de capital no 1º trimestre de 2026 supera todo o ano de 2023. Com adoção que rivaliza com economias ricas, a região aposta nos agentes de IA para acelerar décadas de produtividade
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
