No tsunami de mudanças trazidas pela transformação digital, uma certeza permanece: queremos viver bem, viver mais e com mais qualidade. O envelhecimento global da população traz desafios, principalmente quando pesquisas já demonstraram que os fatores que mais pesam para uma velhice com saúde e bem-estar estão ligados aos nossos hábitos e comportamentos – e não aos nossos genes.
Uma olhada no cenário global parece levantar mais perguntas do que trazer respostas. No Brasil, Argentina, Alemanha, México, Espanha e Suécia, as pessoas tendem a sentir que todos os aspectos de sua vida ficam melhores à medida que envelhecem. Isso se deve, em parte, ao crescimento da sensação de propósito e da saúde mental entre os mais velhos, segundo dados do “Global Flourishing Study”.
Produzido em parceria pelas universidades de Harvard e Baylor e pelo Gallup, é um dos mais ambiciosos estudos já realizados sobre o “florescimento humano”, ou seja, como as pessoas se sentem em diferentes momentos da vida. A pesquisa considera seis dimensões: satisfação com a vida, saúde mental e física, sentido de propósito, virtudes pessoais, relacionamentos sociais e segurança financeira. O GFS entrevistou mais de 207 mil pessoas em 22 países e territórios.
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
Dados de TalentLMS, Cornerstone, BCG e Deloitte revelam por que o desenvolvimento de skills precisa virar processo contínuo, e não projeto pontual
Na véspera da abertura da Copa do Mundo no Brasil, o Google reuniu executivos, parceiros e convidados em São Paulo para anunciar lançamentos que vão de IA aplicada ao futebol e à saúde até novos recursos do Gemini, do YouTube e da Bu...
Pesquisas com milhares de trabalhadores nos EUA e no Reino Unido revelam que 72,8% dos executivos C-level usam ferramentas de IA não autorizadas — e a maioria não pretende parar, mesmo sabendo dos riscos
De deepfakes de executivos a agentes de IA manipulados por instruções ocultas, os ataques de identidade digital evoluíram, mas os programas de defesa da maioria das organizações ainda operam no passado
Pesquisa global com quase 12 mil profissionais mostra que 74% dos trabalhadores já usam IA regularmente — mas a maioria das organizações ainda não sabe como converter esse uso em valor real
Estudos da Workday e da KPMG mostram que a qualidade dos vínculos interpessoais prediz engajamento, confiança e saúde mental — e está sendo corroída em silêncio
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
