O Glassdoor, um dos maiores sites de recrutamento do mundo, liberou seus rankings anuais de melhores empresas para trabalhar com uma novidade: o Brasil. Os rankings, que até o ano passado cobriam cinco países – EUA, Canadá, Reino Unido, França e Alemanha – agora são 9, e passam a incluir também Argentina, México e Singapura (você consegue ver todos aqui)
O ranking Brasil tem 50 empresas e os três primeiros lugares são ocupados por companhias de tecnologia: SAP, ThoughtWorks e Google, nessa ordem. Aliás, o setor de tecnologia pure breed tem 9 empresas na lista (Amazon entrou, mas está em varejo). Das 50 companhias, apenas 20 são brasileiras, incluindo as fintechs Nubank e Creditas e a Loggi (única startup de mobilidade).
Uma das características importantes dos rankings da Glassdoor é que eles são obtidos a partir da análise das avaliações compartilhadas pelos funcionários, portanto pesa fortemente a cultura corporativa que de fato é praticada. “As pessoas se preocupam profundamente com o local onde trabalham e número crescente de pesquisas mostra que empresas com culturas excelentes não só têm uma clara vantagem competitiva para atrair talentos, mas também frequentemente lideram em termos de desempenho financeiro” (Andrew Chamberlain, Economista-chefe da Glassdoor).
Estudos de 2026 da PwC, BCG e Work AI Institute mostram que a inteligência artificial não destrói empregos em massa — ela profissionaliza uns e simplifica outros, recompensa habilidades humanas e cobra um preço oculto de quem não red...
Dois estudos de 2026, da O.C. Tanner e da Ipsos, mostram que diferenças entre gerações só viram problema quando ignoradas — e que empresas com sinergia geracional têm até 10x mais crescimento, 8x mais inovação e metade do risco de...
Dois grandes relatórios de 2026 — da McKinsey e do Talent Strategy Group — revelam uma função de RH tecnicamente em transição e humanamente fraturada: só 11% das empresas planejam talento no longo prazo, a adoção de IA patina em...
Estudos da Workday e da KPMG mostram que a qualidade dos vínculos interpessoais prediz engajamento, confiança e saúde mental — e está sendo corroída em silêncio
Pesquisa anual da Deloitte mostra gerações pressionadas pelo custo de vida que adiaram decisões importantes, adotaram IA mais rápido que suas empresas e redefinem liderança, propósito e saúde mental no trabalho
A psicóloga de Harvard defende que líderes precisam aprender a enxergar melhor no escuro — e que a falsa positividade corporativa tem outro nome: negação
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
