Já falamos muito de Amy Webb aqui, e das Emerging Tech Trends do Future Today Institute. Na última semana, elas voltaram a ficar em evidência, durante o SXSW Sessions On Demand, uma série semanal de webinars com os palestrantes da edição 2020 do festival, suspenso pela pandemia. Mais provocativa que nunca, Amy detalha as tendências nas quais devemos nos concentrar diante dos questionamentos sobre um novo normal, e compartilha alguns futuros plausíveis. “Há uma enorme oportunidade para uma nova economia de confiança tomar forma”, diz. “Em breve veremos uma série de novas ferramentas criadas para gerar e garantir – mas também manipular – nossa confiança”.
Para aqueles que buscam respostas “prontas” para o que fazer no cenário pós-pandemia, “Qual é o futuro?”, Amy responde com uma certa ironia. “Nós somos emocionalmente viciados em certeza, nós acreditamos que podemos controlar o futuro através da nossa certeza”. Segundo Amy, a pergunta correta para se fazer é “Quais são os futuros?”, assim no plural. Em seu relatório anual do Instituto Future Today, ela aponta 11 macro fontes de disrupção:
Operadores como AST SpaceMobile, Telesat e Amazon já sentem a escassez de vagas de lançamento, enquanto a SpaceX prioriza Starlink e Starship em detrimento de contratos comerciais
Cinco relatórios mostram um setor com capital abundante, mas cada vez mais limitado por energia, mão de obra, velocidade de conexão entre chips e risco climático
Pesquisa com 217 fazendeiros da CNH e levantamento da PitchBook mostram dois lados do mesmo momento: tecnologia de precisão virou rotina na fazenda, enquanto o venture capital em agtech recua e migra para IA que já entrega ROI comprovado
Protiviti, Careerminds, The Conference Board, Kyndryl, McKinsey e Metley chegam à mesma conclusão por caminhos diferentes: a tecnologia está pronta antes das pessoas e o RH que deveria liderar essa preparação é, com frequência, quem...
Pesquisa da Okta com 306 CISOs mostra que a infraestrutura de identidade é, ao mesmo tempo, o problema e a solução para controlar agentes de IA dentro das empresas
Modelos de linguagem genômica já conseguem projetar genomas virais funcionais. O avanço promete novas terapias e muda a escala do debate sobre biossegurança.
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
