Durante a pandemia, os vídeos curtos invadiram as redes sociais. Até plataformas que não ofereciam o formato, como Instagram e YouTube, se adaptaram à tendência. A força do modelo também foi percebida pelas marcas, que passaram a criar conteúdo para plataformas como as chinesas TikTok e Kwai. Na primeira rede, o Magazine Luiza lançou um desafio de coreografia inspirada em uma música cujo trailer é estrelado pela cantora Anitta e pela influencer da marca, Lu. Na rival, estão presentes marcas como Casas Bahia, Sua Música e Shopee.
“A cada dia que passa, a sociedade tem se tornado ainda mais conectada. Junto com o crescimento do consumo de conteúdos audiovisuais online nos últimos anos, principalmente por meio de dispositivos móveis, tem aumentado o consumo de produções mais instantâneas. Os vídeos curtos já podem ser considerados o futuro para produções de conteúdo e das redes sociais. Globalmente, a indústria de vídeos curtos está em expansão, com espaço para muitos concorrentes e produtos diferentes”, afirma Wladimir Winter, diretor sênior de conteúdo no Kwai.
A tendência é que as plataformas de vídeos curtos continuem tendo força em 2022. Uma pesquisa global do HubSpot, realizada em parceria com a companhia de inteligência do consumidor Talkwalker, aponta que as plataformas de vídeos curtos vão prosperar e ter sucesso. Ao Marketing Brew, o CMO do HubSpot, Kipp Bodnar, disse acreditar que os Reels do Instagram e o TikTok (o Kwai não está disponível nos EUA) serão grande parte das ferramentas de marketing no primeiro semestre de 2022. “As plataformas serão canais cada vez mais importantes para os profissionais de marketing, não só por estarem ganhando espaço, mas também por ganharem influência sobre os hábitos e a vida diária dos consumidores”, afirma Bodnar.
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