Toda organização que tiver ambição de inovar e crescer precisa contar com um ambiente colaborativo. Isso está claro. Só que a reorganização do mundo do trabalho trouxe um novo desafio com o trabalho remoto e o trabalho híbrido: desenvolver relacionamentos que sejam fortes, autênticos, em que os stakeholders se sintam ouvidos e capazes de colaborar. Para fazer essa conexão em todas as pontas, as lideranças precisam cultivar e promover conexões em diferentes níveis, dentro e for a da empresa. O que alguns conhecem como inteligência de conexão.
O conceito connectional intelligence explorado por Erica Dhawan e Saj-Nicole Joni no livro “Get Big Things Done: The Power of Connectional Intelligence” diz respeito à capacidade que todos temos ou podemos desenvolver de combinar conhecimento e capital humano, desenvolvendo conexões que criam valor. Mas já não é isso que a maioria das empresas faz há muito tempo? Sim. O que a inteligência de conexão propõe é como criar as conexões e como usá-las depois.
Veja só: empresas que usam pesquisa de mercado e mantêm relações com os clientes através de comunicados ao mercado têm um alcance limitado. Essas empresas constroem seus produtos e serviços a partir das descobertas nas pesquisas e os oferecem como solução para algum tipo de problema. Pela abordagem da inteligência conexial, as empresas precisam envolver a colaboração com uma variedade ampla de fontes externas – sejam especialistas, parceiros, concorrentes etc –, o que implica em cultivar de maneira ativa e estratégica as conexões com quem está fora do processo tradicional de solução de problemas de negócios.
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
Mais da metade dos CEOs ouvidos pelo BCG diz que seus conselhos confundem narrativa midiática com realidade operacional da IA; 60% acreditam que estão sendo pressionados a agir rápido demais
A empresa, que investe em educação de colaboradores e clientes sobre IA, se apoia em uma cultura construída ao longo de cinco décadas para se tornar diferencial num mercado em consolidação.
Com 28 anos de empresa e quase uma década como CHRO, Jenn Mann revela o que mantém a SAS privada, sólida e admirada num setor que muda a cada ciclo.
Com equipes sobrecarregadas, orçamentos apertados e ataques cada vez mais sofisticados, profissionais de defesa cibernética ganham um aliado poderoso
Com dados de 20.000 profissionais em 10 países, o novo relatório da Microsoft revela que fatores organizacionais explicam o dobro do impacto da IA em relação ao esforço pessoal
Pesquisa da Deloitte com 87 organizações mostra que não existe modelo universal de talentos — mas existe uma sequência que funciona
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
