Toda organização que tiver ambição de inovar e crescer precisa contar com um ambiente colaborativo. Isso está claro. Só que a reorganização do mundo do trabalho trouxe um novo desafio com o trabalho remoto e o trabalho híbrido: desenvolver relacionamentos que sejam fortes, autênticos, em que os stakeholders se sintam ouvidos e capazes de colaborar. Para fazer essa conexão em todas as pontas, as lideranças precisam cultivar e promover conexões em diferentes níveis, dentro e for a da empresa. O que alguns conhecem como inteligência de conexão.
O conceito connectional intelligence explorado por Erica Dhawan e Saj-Nicole Joni no livro “Get Big Things Done: The Power of Connectional Intelligence” diz respeito à capacidade que todos temos ou podemos desenvolver de combinar conhecimento e capital humano, desenvolvendo conexões que criam valor. Mas já não é isso que a maioria das empresas faz há muito tempo? Sim. O que a inteligência de conexão propõe é como criar as conexões e como usá-las depois.
Veja só: empresas que usam pesquisa de mercado e mantêm relações com os clientes através de comunicados ao mercado têm um alcance limitado. Essas empresas constroem seus produtos e serviços a partir das descobertas nas pesquisas e os oferecem como solução para algum tipo de problema. Pela abordagem da inteligência conexial, as empresas precisam envolver a colaboração com uma variedade ampla de fontes externas – sejam especialistas, parceiros, concorrentes etc –, o que implica em cultivar de maneira ativa e estratégica as conexões com quem está fora do processo tradicional de solução de problemas de negócios.
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
Quase três em cada quatro organizações admitem não ter gente nem tempo para sustentar uma cultura de aprendizagem. O problema é de infraestrutura, intencionalidade e, sobretudo, de coragem para fazer escolhas
Para Borja Castelar, ex-diretor do LinkedIn na América Latina e autor de “Human Skills”, a ascensão da Inteligência Artificial não torna o ser humano obsoleto. Pelo contrário: a IA empurra as habilidades humanas para o centro das c...
Novo relatório da Coursera aponta que, à medida que a IA automatiza tarefas analíticas, o julgamento humano se torna o diferencial competitivo mais valorioso nas organizações
A região lidera na esperança, mas o estresse ainda pesa. Para as lideranças empresariais, os dados revelam tanto oportunidades quanto alertas que exigem ação imediata
Relatório da Gallup com 128 mil trabalhadores mostra que o verdadeiro gargalo da transformação digital está na liderança, não nos algoritmos
A cibersegurança deixou de ser apenas uma questão técnica. Entenda como conselhos de administração precisam evoluir para governar riscos digitais na era da IA
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
