Dentro de 10 a 15 anos, a maioria das pessoas terá "companheiros de aprendizado" artificiais que conhecerão seus perfis e necessidades, funcionando como tutores e colegas que suportam o aprendizado contínuo e personalizado. Esses agentes de IA estarão disponíveis a qualquer momento do dia ou da noite, 24/7, prontos para trabalhar o desenvolvimento de conhecimento e capacidades de forma personalizada. Para profissionais, isso representará uma forma de alcançar o próximo degrau corporativo.
“A IA permite que os estudantes aprendam até 50% mais rápido, possibilitando um processo de formação mais dinâmico”, afirma Sven Schütt, CEO do grupo universitário europeu IU Group (IUG), o maior grupo de universidades privadas da Europa, em entrevista à McKinsey. A instituição oferece mais de 250 programas de graduação e 600 programas adicionais de treinamento, muitos deles relacionados e atendendo a uma demanda crescente por conhecimento em áreas de tecnologia. Em 2024, mais de 3.000 estudantes iniciaram programas específicos em IA, que foram projetados para responder rapidamente às mudanças nas necessidades de mercado.
As tecnologias de Inteligência Artificial são o principal elemento para o avanço na proposta da IUG de oferecer um ensino superior flexível e personalizado, disse o CEO. Schütt vê na IA um potencial catalisador para uma sociedade mais curiosa e voltada para o crescimento pessoal e profissional. “Acreditamos que, com a IA, poderíamos reduzir o tempo de aprendizado em um terço, o que abre muitas possibilidades tanto para os mais jovens quanto para adultos”, afirma o executivo.
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
Acelerando em EVs, hidrogênio e energias renováveis, empresas que apostam na hora certa estão capturando valor em meio a riscos geopolíticos e pressão regulatória
Enquanto a reindustrialização avança na Europa e nos EUA, América Latina vê investimentos minguarem. Falta de talentos é entrave global
Em um cenário dominado por rupturas, a Deloitte apresenta conceitos inovadores que apontam o futuro da gestão de pessoas e da liderança organizacional.
O negócio agora é mirar nos biotwins, os gêmeos digitais de seres humanos, que devem revolucionar a medicina de precisão e o desenvolvimento de novos tratamentos.
Rob Giglio, Chief Customer Officer, revela como a simplicidade e a cultura humanizada garantem a lealdade dos usuários
Tom Eggemeier aposta em redes colaborativas de IA e humanos para garantir resoluções rápidas e eficiência financeira
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso