Dois terços da população mundial vivem em países onde a taxa de fertilidade está abaixo do nível de reposição, que é de 2,1 filhos por mulher. De acordo com projeções das Nações Unidas, a população de algumas das maiores economias pode encolher entre 20% e 50% até 2100 – o que representa um “colapso populacional” neste século.
“Estamos entrando em uma era de escassez de jovens”, afirma o relatório recém-publicado “Dependency and Depopulation? Confronting the consequences of a new demographic reality”, do McKinsey Global Institute (MGI). O estudo aponta que as estruturas etárias estão se invertendo – de pirâmides para obeliscos –, com o crescente número de idosos frente à diminuição no volume de jovens.
De acordo com dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), o ritmo de envelhecimento da população que estamos observando hoje é muito mais rápido do que no passado. Em 2020, o número de pessoas com 60 anos ou mais superou o número de crianças com menos de 5 anos. Entre 2015 e 2050, a proporção da população mundial com mais de 60 anos quase dobrará de 12% para 22%.
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
O relatório "Beyond Tomorrow", do BCG Henderson Institute, traça quatro futuros plausíveis para 2050 a partir de mais de 100 megatendências e um século de dados. E alerta que as decisões dos próximos cinco anos moldarão os próximos...
Estudos da Capgemini e do IBM Institute for Business Value com Adobe mostram que 84% das lideranças apostam em CX como motor de crescimento, mas apenas 34% dos dados coletados viram decisão — e a janela para agir em cima da intenção d...
A maioria (84%) dos profissionais brasileiros quer líderes emocionalmente controlados: o que esta pesquisa revela sobre a lacuna da liderança no país
O gargalo da Inteligência Artificial nas empresas virou execução, contexto e gestão, com 7,9 horas por semana perdidas em atrito e apenas 12% dos funcionários dizendo que o trabalho de fato mudou
Pesquisa Ford e Datafolha aponta falta de conhecimento técnico como principal gargalo na contratação, mas a escassez de habilidades comportamentais, o domínio do inglês e a velocidade da adoção de IA complicam ainda mais o cenário
Três em cada quatro empresas admitem que não conteriam um ciberataque significativo sem paralisar as operações. O risco agora é de continuidade do negócio
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
