Em um mundo que defende o trabalho árduo e a perseverança como chaves para o sucesso, desistir é difícil. Especialmente quando se investiu tempo, energia e dinheiro em uma decisão. No entanto, para tomar decisões mais inteligentes, é necessário dominar a arte de desistir, argumenta Annie Duke, uma ex-jogadora profissional de pôquer que sabe muito sobre quando parar. Annie é consultora em tomada de decisão e cofundadora da Alliance for Decision Education, uma ONG cuja missão é melhorar a vida de jovens treinando suas habilidades para tomada de decisão.
Na última semana, Annie esteve na conferência anual do Norges Bank Investment Management (NBIM), em Oslo, onde defendeu a "desistência informada" como uma ferramenta para a tomada de melhores decisões. “Desistir é parte da capacidade de reagir a cenários em mudança, melhorando e calibrando nossas decisões para além do que é prático – ou mesmo possível – ao fazer uma escolha”, diz ela.
O caminho para o sucesso é, na verdade, pavimentado com muitas desistências, explica Annie em seu livro, “Quit: The Power of Knowing When to Walk Away”. “Precisamos reconhecer que desistir é uma habilidade. E precisamos ficar bons nisso”, diz ela.
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
Com a perspectiva de uma vida produtiva muito além dos 60 anos, podemos investir em uma carreira por 30 anos e depois inventar outra. A longevidade, combinada com aprendizado contínuo, é fonte de crescimento, segundo pesquisas
Pesquisas da ETS, da Deloitte e do Fórum Econômico Mundial mostram que aprender a se adaptar continuamente tornou-se mais decisivo para a carreira do que qualquer habilidade técnica isolada — e o Brasil aparece entre os países com mai...
Protiviti, Careerminds, The Conference Board, Kyndryl, McKinsey e Metley chegam à mesma conclusão por caminhos diferentes: a tecnologia está pronta antes das pessoas e o RH que deveria liderar essa preparação é, com frequência, quem...
Uma pesquisa com 300 profissionais de cultura e RH mostra que o problema não é falta de discurso — é a distância entre o que a liderança diz e o que ela recompensa, tolera e reforça todos os dias
Um estudo da McKinsey aponta como construir "capacidade cerebral" dentro da empresa e gerar valor
Estudos de Harvard e Stanford mostram que a IA só melhora o desempenho de um time quando contexto, papéis e cultura são redesenhados junto com a tecnologia e não depois dela
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
