Em um mundo que defende o trabalho árduo e a perseverança como chaves para o sucesso, desistir é difícil. Especialmente quando se investiu tempo, energia e dinheiro em uma decisão. No entanto, para tomar decisões mais inteligentes, é necessário dominar a arte de desistir, argumenta Annie Duke, uma ex-jogadora profissional de pôquer que sabe muito sobre quando parar. Annie é consultora em tomada de decisão e cofundadora da Alliance for Decision Education, uma ONG cuja missão é melhorar a vida de jovens treinando suas habilidades para tomada de decisão.
Na última semana, Annie esteve na conferência anual do Norges Bank Investment Management (NBIM), em Oslo, onde defendeu a "desistência informada" como uma ferramenta para a tomada de melhores decisões. “Desistir é parte da capacidade de reagir a cenários em mudança, melhorando e calibrando nossas decisões para além do que é prático – ou mesmo possível – ao fazer uma escolha”, diz ela.
O caminho para o sucesso é, na verdade, pavimentado com muitas desistências, explica Annie em seu livro, “Quit: The Power of Knowing When to Walk Away”. “Precisamos reconhecer que desistir é uma habilidade. E precisamos ficar bons nisso”, diz ela.
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
Com uma rotina intensa e uso consciente da IA, o CEO da OpenAI mostra como manter a mente afiada por meio da escrita, da alternância entre colaboração e silêncio e da arte de fazer boas perguntas
Se a IA está acelerando sua rotina, você pode estar diante da chance de reinventar sua forma de trabalhar.
Em um cenário dominado por rupturas, a Deloitte apresenta conceitos inovadores que apontam o futuro da gestão de pessoas e da liderança organizacional.
Cultivar um mindset mais experimental dentro da organização não só contribui para soluções mais criativas, mas também para as pessoas se sentirem mais felizes
O especialista em Psicologia Organizacional explica quais as habilidades e o mindset para líderes que precisamos na era da IA
Do uso de chatbots à análise de currículos, empresas aceleram processos seletivos com IA. Mas como garantir que candidatos se sintam valorizados?
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso