Escalabilidade, economia e alcance continuam sendo os principais impulsionadores do uso de cloud computing. E a tendência é a de que o mercado global de nuvens híbridas registre crescimento incremental após pandemia de Covid-19.
Dados da 451 Research indicam que mais de um terço (38%) das empresas estão mudando seu foco para estruturas de nuvem híbrida como um componente principal de sua estratégia formal de nuvem, mesmo diante dos desafios de implementação. A Advance Market Analytics fala em aproximadamente 22% das cargas de trabalho corporativas tratadas por plataformas de nuvem híbrida até 2020.
O modelo multicloud acrescenta complexidade adicional a esse cenário. De acordo com o Flexera 2020 State of the Cloud Report a maioria das organizações (93%) possui uma estratégia multicloud. Das 481 empresas ouvidas, 86% disseram que estão incorporando várias nuvens públicas, enquanto 60% relatam usar mais de uma nuvem privada. A combinação mais comum é uma mistura de várias nuvens públicas e privadas, com 53% adotando essa abordagem. E aplicativos isolados em diferentes nuvens são a implementação mais comum.
Realizada agora no primeiro trimestre de 2020, já sob os efeitos da Covid-19, a pesquisa da Flexera aponta outras tendências relevantes, incluindo: uma mudança nos ambientes de aplicativos das máquinas virtuais para contêineres; a crescente popularidade dos serviços de contêiner gerenciado em nuvem; a falta de controles e gerenciamento de custos, que levou quase um quarto das organizações a exceder os orçamentos já maiores; e o aumento das preocupações com segurança e com a falta de conhecimento sobre nuvem na equipe de TI.
Outro relatório recente, da DXC Technology, aponta a nuvem como prioridade para a transformação dos negócios, uma vez que a coleta e o tratamento de dados estão cada vez mais integrados na maneira como inovam e competem. Muitos dos mais de mil entrevistados estão migrando para a nuvem para solucionar deficiências em seus data centers internos. Os benefícios dos serviços em nuvem estão diretamente relacionados às estratégias competitivas mais amplas. Particularmente o desenvolvimento de novos produtos e serviços e a consequente criação de novos fluxos de receita.
Um maior uso dos serviços em nuvem também facilita duas estratégias competitivas relacionadas ao cliente identificadas pelos respondentes do DXC: melhorar a experiência do cliente e garantir a privacidade dos dados.
Mas cuidado: o uso da nuvem corporativa pós-COVID-19, embora mais necessário e prevalente, pode ficar mais caro. Principalmente em relação à nuvem pública.
Três em cada quatro empresas admitem que não conteriam um ciberataque significativo sem paralisar as operações. O risco agora é de continuidade do negócio
Quase três em cada quatro organizações admitem não ter gente nem tempo para sustentar uma cultura de aprendizagem. O problema é de infraestrutura, intencionalidade e, sobretudo, de coragem para fazer escolhas
O FMI aponta o Brasil como beneficiário de curto prazo da alta energética global, mas a janela de oportunidade exige investimento em inovação para não se fechar
A corrida pelo domínio dos satélites entra em nova fase: como Amazon, Starlink e Hawkeye 360 estão redesenhando um mercado de US$ 22 bilhões
O Brasil lidera as preferências: mais de 70% dos investidores globais o apontam como o destino mais atraente da América Latina
A região lidera na esperança, mas o estresse ainda pesa. Para as lideranças empresariais, os dados revelam tanto oportunidades quanto alertas que exigem ação imediata
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
