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FOODTECH

Como está a indústria de proteína alternativa?

Relatórios do GFI mostram avanços da indústria de proteína alternativa. E revelam as razões dessa indústria ainda enfrentar dificuldades para se inserir na mesa dos consumidores.

Por Silvia Bassi 02/05/2024

Um conjunto de três relatórios "State of Industry" liberado há uma semana pelo The Good Food Institute traça um cenário bem abrangente da evolução do mercado de proteínas alternativas - plant-based, cell-based (carne celular) e fermented (a partir de biomassa e microorganismos). Os relatórios agrupam dados globais do mercado de carnes, peixes, frutos-do-mar, ovos e laticínios, incluindo pesquisa e investimento em 2023, e sinalizam o road map de 2024 para as três vertentes.

As boas notícias: a variedade de oferta de produtos à base de proteínas alternativas aumentou consideravelmente no mundo todo, assim como as unidades de fabricação e processamento e o número de startups (mesmo com vários write-offs ao longo do caminho, especialmente em 2023). No ano passado, o marco para a carne celular foi a aprovação pela FDA para a comercialização nos Estados Unidos.

As não tão boas notícias: a diferença de preço entre proteínas alternativas e proteínas tradicionais continua alta; o investimento se retraiu e os consumidores, impactados pelo aumento inflacionário global, reduziram de forma geral o consumo de proteínas (animais e alternativas). Quem mais sofreu o rebote foram as proteínas plant-based, que têm a produção consolidada há mais tempo. Apesar de uma década de crescimento e cinco anos de intensa inovação, as vendas plant-based retornaram em 2023 aos níveis anteriores à pandemia.

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