s
O novo CEO precisa ser estrategista digital, arquiteto de cultura, agente de impacto, e, acima de tudo, humano. A liderança eficaz já não se mede apenas por resultados – mas por como ela inspira, conecta e cria valor no longo prazo (Crédito: Freepik)
TENDÊNCIAS

A reinvenção do CEO

O novo CEO precisa ser estrategista digital, arquiteto de cultura, agente de impacto, e, acima de tudo, humano. A liderança eficaz já não se mede apenas por resultados – mas por como ela inspira, conecta e cria valor no longo prazo

Por Soraia Yoshida 12/05/2025

O papel do CEO hoje tem que passar por uma reinvenção: na definição da Língua Portuguesa, ato ou efeito de reinventar. Mas reinventar a si mesmo significa jogar todos os aprendizados fora e correr atrás de novas capacidades? Ou estamos falando de reinventar a maneira de fazer as coisas? E aí a segunda definição deixa tudo claro: reformulação ou recriação de algo que já existe

Não se trata de “rasgar o manual”, mas de rever o que ainda funciona e adaptar para novas necessidades – e descartar aquilo que não funciona mais. De acordo com uma pesquisa da PwC, os CEOs de hoje precisam equilibrar a otimização de custos, reinventar modelos de negócios e liderar a transformação tecnológica – tudo isso e mais, enquanto constroem confiança com os stakeholders e entregam valor no longo prazo. O “playbook de liderança” foi reescrito e demanda novos níveis de agilidade, previsão e propósito.

O papel do CEO – e de toda a alta liderança, aliás – está profundamente ligado à estratégia digital. É sobre ter não apenas uma visão, mas também fluência para compreender as implicações da integração com as diversas ferramentas, do atendimento ao cliente até a cadeia de suprimentos e segurança cibernética. Passa também pela governança, pelas metas de governança ambiental e corporativa.

Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.

Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.

É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.

Apple e Google: o acordo que redesenha a IA de consumo

Inteligência Artificial

Apple e Google: o acordo que redesenha a IA de consumo

Mais do que acelerar a Siri, a parceria reorganiza poder quando a IA deixa de ser recurso e vira infraestrutura.

Futuro do trabalho: IA redistribui o valor da produtividade individual para coletiva

Tendências

Futuro do trabalho: IA redistribui o valor da produtividade individual...

Da economia do desalinhamento de habilidades à produtividade coletiva e ao Human Performance Reset, os dados mostram como a Inteligência Artificial está mudando o que realmente importa no trabalho

Quando vender virou uma questão de “vibe”

Inteligência Artificial

Quando vender virou uma questão de “vibe”

Ou como a Vibe Selling saiu do discurso motivacional e começou a se transformar em infraestrutura de IA para vendas

Por que a IA ainda não gera inovação nas empresas e como a experimentação estruturada muda esse jogo

Inovação

Por que a IA ainda não gera inovação nas empresas e como a experime...

Estudo global da Mastercard e Forrester mostra que, sem experimentação estruturada, a IA amplia riscos, trava decisões e não se traduz em vantagem competitiva

Quatro futuros possíveis para o trabalho na era da IA até 2030

Tendências

Quatro futuros possíveis para o trabalho na era da IA até 2030

Estudo do Fórum Econômico Mundial mostra como a combinação entre avanço da IA e preparo da força de trabalho pode levar à prosperidade ou à frustração econômica

IA, experiência e consumo em mutação: as apostas da NRF para o varejo em 2026

Tendências

IA, experiência e consumo em mutação: as apostas da NRF para o vare...

Da IA como infraestrutura ao impacto de novos hábitos de consumo, a NRF mostra por que 2026 será o ano do reset estratégico no varejo global