O papel do CEO hoje tem que passar por uma reinvenção: na definição da Língua Portuguesa, ato ou efeito de reinventar. Mas reinventar a si mesmo significa jogar todos os aprendizados fora e correr atrás de novas capacidades? Ou estamos falando de reinventar a maneira de fazer as coisas? E aí a segunda definição deixa tudo claro: reformulação ou recriação de algo que já existe.
Não se trata de “rasgar o manual”, mas de rever o que ainda funciona e adaptar para novas necessidades – e descartar aquilo que não funciona mais. De acordo com uma pesquisa da PwC, os CEOs de hoje precisam equilibrar a otimização de custos, reinventar modelos de negócios e liderar a transformação tecnológica – tudo isso e mais, enquanto constroem confiança com os stakeholders e entregam valor no longo prazo. O “playbook de liderança” foi reescrito e demanda novos níveis de agilidade, previsão e propósito.
O papel do CEO – e de toda a alta liderança, aliás – está profundamente ligado à estratégia digital. É sobre ter não apenas uma visão, mas também fluência para compreender as implicações da integração com as diversas ferramentas, do atendimento ao cliente até a cadeia de suprimentos e segurança cibernética. Passa também pela governança, pelas metas de governança ambiental e corporativa.
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
Quase três em cada quatro organizações admitem não ter gente nem tempo para sustentar uma cultura de aprendizagem. O problema é de infraestrutura, intencionalidade e, sobretudo, de coragem para fazer escolhas
O FMI aponta o Brasil como beneficiário de curto prazo da alta energética global, mas a janela de oportunidade exige investimento em inovação para não se fechar
A corrida pelo domínio dos satélites entra em nova fase: como Amazon, Starlink e Hawkeye 360 estão redesenhando um mercado de US$ 22 bilhões
O Brasil lidera as preferências: mais de 70% dos investidores globais o apontam como o destino mais atraente da América Latina
Novo relatório da Coursera aponta que, à medida que a IA automatiza tarefas analíticas, o julgamento humano se torna o diferencial competitivo mais valorioso nas organizações
A região lidera na esperança, mas o estresse ainda pesa. Para as lideranças empresariais, os dados revelam tanto oportunidades quanto alertas que exigem ação imediata
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
