O papel do CEO hoje tem que passar por uma reinvenção: na definição da Língua Portuguesa, ato ou efeito de reinventar. Mas reinventar a si mesmo significa jogar todos os aprendizados fora e correr atrás de novas capacidades? Ou estamos falando de reinventar a maneira de fazer as coisas? E aí a segunda definição deixa tudo claro: reformulação ou recriação de algo que já existe.
Não se trata de “rasgar o manual”, mas de rever o que ainda funciona e adaptar para novas necessidades – e descartar aquilo que não funciona mais. De acordo com uma pesquisa da PwC, os CEOs de hoje precisam equilibrar a otimização de custos, reinventar modelos de negócios e liderar a transformação tecnológica – tudo isso e mais, enquanto constroem confiança com os stakeholders e entregam valor no longo prazo. O “playbook de liderança” foi reescrito e demanda novos níveis de agilidade, previsão e propósito.
O papel do CEO – e de toda a alta liderança, aliás – está profundamente ligado à estratégia digital. É sobre ter não apenas uma visão, mas também fluência para compreender as implicações da integração com as diversas ferramentas, do atendimento ao cliente até a cadeia de suprimentos e segurança cibernética. Passa também pela governança, pelas metas de governança ambiental e corporativa.
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
Enquanto IA, quântica e biotecnologia avançam, Stanford alerta para a erosão da ciência básica e do capital humano
Estudos do GPTW, da Gartner e da Harvard Business Review indicam que exigir performance sem recalibrar suporte, cultura e capacitação cobra um preço alto
Dados globais indicam que apenas 2 a 3 horas do dia são realmente produtivas, enquanto o “trabalho sobre trabalho” e a fragmentação da agenda corroem a eficiência
WIPO analisa 2.508 capacidades e mostra por que conectar ciência, tecnologia e mercado virou vantagem competitiva
Ao reduzir a porta de entrada hoje, empresas arriscam perder talentos, cultura e liderança no médio prazo
Dados da DDI revelam que o maior gargalo das transformações não está no plano, mas na forma como líderes engajam, escutam e reforçam comportamentos
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
