Após a explosão do DeFi no ano passado, todo esse mundo entrou em um período de dormência por conta do inverno cripto. Os montantes de dinheiro alocado (TVL, ou Total Value Locked) e os valores de tokens caíram. Apesar dos reveses, o ecossistema de finanças descentralizadas não parou de inovar.
Nos últimos 12 meses, o DeFi 2.0 cresceu como “protocolo de controle de liquidez”, tentando resolver limitações no DeFi 1.0 (a própria liquidez, mas também escalabilidade, segurança, centralização e acessibilidade de informações) e se consolidou pelas mãos de iniciativas como as plataformas Olympus DAO (OHM), Convex Finance (CVX) e Abracadabra (SPELL). Nem bem o DeFi 2.0 se firmou e o DeFi 3.0, sob a bandeira Farming-as-a-Service (FaaS), começou a pedir passagem, por intermédio da DeFi 3.0 Alliance.
Projetos DeFi 3.0 geralmente contêm palavras como “cross chain” e “multi-chain”. Resolvem o problema de transferências frequentes de recursos entre diversas redes públicas para garantir os melhores resultados. Tarefas como encontrar a melhor plataforma e formular a melhor estratégia são feitas pelo próprio protocolo. A única coisa que os usuários precisam fazer é manter o token.
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