O relatório “Respostas Imediatas aos Impactos da Crise”, da Deloitte, considera três grandes períodos para identificar os impactos da crise e o nível de maturidade de gestão das empresas.
“O primeiro passo consistiu em encontrar respostas urgentes para a crise. No Brasil, criamos o “Plano de 100 Dias” para apoiar as empresas que atuam no País na continuidade dos negócios, com recomendações gerais para as necessidades prementes de seis frentes prioritárias: governança da crise; gestão de pessoas; impactos financeiros; cadeia de suprimentos e operações; clientes e receitas; e tecnologias e meios digitais”, afirma o relatório.
Conheça a seguir o plano em detalhes:
Estudo da McKinsey mostra que a transformação é estrutural: vantagem competitiva virá do redesenho de fluxos, papéis e governança em um mundo de IA e choque geopolítico.
Estudos do GPTW, da Gartner e da Harvard Business Review indicam que exigir performance sem recalibrar suporte, cultura e capacitação cobra um preço alto
Dados globais indicam que apenas 2 a 3 horas do dia são realmente produtivas, enquanto o “trabalho sobre trabalho” e a fragmentação da agenda corroem a eficiência
Ao reduzir a porta de entrada hoje, empresas arriscam perder talentos, cultura e liderança no médio prazo
Dados da DDI revelam que o maior gargalo das transformações não está no plano, mas na forma como líderes engajam, escutam e reforçam comportamentos
Resultados já não bastam. Conselhos agora buscam líderes que combinem visão estratégica, domínio de IA, liderança humana e presença ética para atravessar tempos de incerteza
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