Sete em cada 10 consumidores se permitem “pequenos prazeres” para lidar com as pressões financeiras. E até mesmo na hora de se permitir uma indulgência, a IA entra como consultora confiável, apesar das preocupações com transparência de dados e uso de informações pessoais. O recém-publicado “What matters to today’s consumer 2026: How AI is transforming value perception”, do Capgemini Research Institute, mostra que preço continua importante, mas deixou de ser suficiente na hora da compra: transparência, equidade, qualidade percebida, controle sobre a tecnologia e conexão emocional passaram a pesar tanto quanto o custo final no carrinho.
Em um ambiente de pressão financeira prolongada, práticas percebidas como “injustas” são rapidamente punidas com abandono da marca. Quase três em cada quatro consumidores (74%) afirmam que trocariam de marca se encontrassem um preço regular mais baixo em um concorrente, e 71% fariam o mesmo se percebessem redução de tamanho da embalagem ou queda de qualidade sem comunicação clara, uma prática amplamente associada à chamada “reduflação” (shrinkflation). É o tal do biscoito que ficou bem menor, mas o preço do pacote continua o mesmo.
Essa rejeição não é apenas intuitiva: 64% dos consumidores classificam a reduflação como uma prática injusta, e 66% dizem preferir um pequeno aumento explícito de preço a uma redução silenciosa do volume ou da qualidade. O dado reforça uma mudança importante: transparência passou a valer mais do que a ilusão de estabilidade de preço.
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
Mesmo com milhares de vagas abertas, empresas seguem congelando contratações, reduzindo orçamento e operando com lacunas críticas de habilidades. O resultado é um ambiente mais vulnerável justamente quando a IA amplia a superfície de...
Apesar da escassez de exits e da instabilidade política, quase metade dos investidores planeja ampliar aportes. O foco agora está na digitalização de setores tradicionais da economia
Estudos mostram que agentes de IA podem automatizar crédito, compliance e análise financeira, mas o setor ainda enfrenta barreiras para escalar a tecnologia
Em um cenário marcado por geopolítica instável, disrupções tecnológicas e choques climáticos, conselhos de administração precisam ir além da supervisão e assumir um papel ativo na definição da estratégia
Com adoção já disseminada, o desafio agora é redesenhar processos, liderança e cultura para integrar humanos e máquinas
Redes autônomas, nuvens de IA e novos modelos de receita movimentam o setor que já responde por 6,4% do PIB global.
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
