O papel do CEO hoje tem que passar por uma reinvenção: na definição da Língua Portuguesa, ato ou efeito de reinventar. Mas reinventar a si mesmo significa jogar todos os aprendizados fora e correr atrás de novas capacidades? Ou estamos falando de reinventar a maneira de fazer as coisas? E aí a segunda definição deixa tudo claro: reformulação ou recriação de algo que já existe.
Não se trata de “rasgar o manual”, mas de rever o que ainda funciona e adaptar para novas necessidades – e descartar aquilo que não funciona mais. De acordo com uma pesquisa da PwC, os CEOs de hoje precisam equilibrar a otimização de custos, reinventar modelos de negócios e liderar a transformação tecnológica – tudo isso e mais, enquanto constroem confiança com os stakeholders e entregam valor no longo prazo. O “playbook de liderança” foi reescrito e demanda novos níveis de agilidade, previsão e propósito.
O papel do CEO – e de toda a alta liderança, aliás – está profundamente ligado à estratégia digital. É sobre ter não apenas uma visão, mas também fluência para compreender as implicações da integração com as diversas ferramentas, do atendimento ao cliente até a cadeia de suprimentos e segurança cibernética. Passa também pela governança, pelas metas de governança ambiental e corporativa.
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