No setor de Tecnologia, os homens dominam em uma proporção de dois para um: para cada dois empregos ocupados por homens, apenas um fica com uma mulher. A expansão da Inteligência Artificial (IA), que em teoria carrega todos os elementos capazes de reduzir a lacuna de gêneros no mercado de trabalho digital, aumentou esse abismo: 71% dos trabalhadores qualificados e com habilidades para IA são homens e 29%, mulheres. São 42 pontos percentuais enfatizando a diferença entre gêneros.
Não fica nisso. Enquanto 47% dos homens usam IA para resolver alguma questão no trabalho, apenas 37% das mulheres fazem isso, de acordo com o relatório “Understanding Talent Scarcity: AI and Equity”, da Randstad. A aplicação de IA pode estar ligada à maneira como as empresas encaram seus funcionários: as mulheres recebem menos prioridade no acesso a ferramentas de IA. Apenas 35% das mulheres tiveram acesso a recursos de IA por parte da empresa, em comparação com 41% dos homens.
Quando o assunto é capacitação, as mulheres têm 5% menos probabilidade de receber oportunidades para desenvolver novas habilidades em IA. Para piorar, elas se sentem menos confiantes (30%) do que os homens (35%) em afirmar que estão preparadas para usar IA em suas carreiras. O estudo considerou a análise de mais de 3 milhões de perfis de emprego e 12 mil respostas de participantes empregados dentro das redes da Randstad.
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