Existem hoje cinco gerações diferentes compartilhando o local de trabalho. E uma lacuna de confiança entre elas. De acordo com uma pesquisa recente do LinkedIn, cerca de 40% dos funcionários com mais de 55 anos não falaram diretamente com um funcionário da Geração Z no último ano. E um em cada cinco membros da Geração Z não falou com alguém com mais de 50 anos. Os números gritantes são o exemplo mais recente de um conflito de gerações que os os líderes não podem mais ignorar.
Dados do LinkedIn não revelaram por que a Geração Z tem dificuldade para interagir com seus colegas mais velhos, mas uma análise anterior da Harris Poll já havia destacado que a Geração Z tem dificuldades para se relacionar com colegas de trabalho mais velhos que estão em um estágio de vida diferente. O que é pior, o estudo do LinkedIn mostra que a Geração Z sabe que se aproximar dos mais velhos pode impulsionar suas carreiras, mas estão deixando a bola no campo da gerência.
Embora a maioria dos jovens da Geração Z ouvidos tenha relatado que a comunicação com sua equipe melhoraria sua produtividade e aprendizado, 64% estão esperando que sua empresa faça mais para incentivar a colaboração entre profissionais de diferentes gerações. E aí temos o impasse porque a geração mais jovem hesita em abordar os trabalhadores mais velhos. Três quartos dos jovens em início de carreira disseram que só conversariam com seus colegas mais velhos se eles dessem o primeiro passo. Saber se comunicar fora do "círculo de conforto" foi uma das muitas habilidades “básicas” que a Geração Z perdeu durante a pandemia.
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
Dois grandes relatórios de 2026 — da McKinsey e do Talent Strategy Group — revelam uma função de RH tecnicamente em transição e humanamente fraturada: só 11% das empresas planejam talento no longo prazo, a adoção de IA patina em...
Dados de TalentLMS, Cornerstone, BCG e Deloitte revelam por que o desenvolvimento de skills precisa virar processo contínuo, e não projeto pontual
Pesquisas com milhares de trabalhadores nos EUA e no Reino Unido revelam que 72,8% dos executivos C-level usam ferramentas de IA não autorizadas — e a maioria não pretende parar, mesmo sabendo dos riscos
Pesquisa global com quase 12 mil profissionais mostra que 74% dos trabalhadores já usam IA regularmente — mas a maioria das organizações ainda não sabe como converter esse uso em valor real
Estudos da Workday e da KPMG mostram que a qualidade dos vínculos interpessoais prediz engajamento, confiança e saúde mental — e está sendo corroída em silêncio
Relatórios do IMD e Adecco apontam os padrões que separam organizações capazes de transformar IA em resultado das que ficam estagnadas
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
