s
Performance além do lucro: a virada estratégica da liderança (Crédito: Freepik)
LIDERANÇA

IA, cultura e propósito: o tripé da alta performance nas empresas

Estudo mostra que foco excessivo em lucro e metas compromete inovação, engajamento e visão de longo prazo — e que liderar será conectar pessoas, dados e propósito

O mundo do trabalho mudou, novos modelos de lideranças estão se estabelecendo, a Inteligência Artificial está sendo integrada do framework às tarefas. Mas quando se trata de medir a performance organizacional, as companhias praticamente olham apenas para resultados financeiros:

  • 82% das empresas utilizam lucro, receita e margem como principal critério.
  • 57% olham para as metas estratégicas para medir o desempenho.
  • 54% consideram a produtividade como ponto importante da performance.
  • Apenas 22% usam inovação como métrica.

O que está faltando? A capacidade de construir lideranças maduras, mobilizar pessoas em ambientes complexos e usar dados e tecnologias como alavancas estratégicas, segundo o estudo “Panorama Lideranças 2025”, realizado pela Amcham em parceria com a Humanizadas. Com base em respostas de 765 executivos, sendo 44% em cargos de alta liderança e representando mais de 900 mil colaboradores em empresas de grande e médio porte, o levantamento mostra que as empresas ainda estão muito focadas no curto prazo – sacrificando sua visão estratégica de longo prazo.

O foco excessivo no curto prazo e em métricas tradicionais poderia ser revertido para incorporar indicadores de valor de longo prazo, como inovação, impacto social e reputação – algo que organizações que ocupam posições como líderes globais já fazem. Segundo a McKinsey, empresas com forte cultura de inovação superam concorrentes 2,4 vezes em crescimento de receita.

Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.

Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.

É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.

Copiloto ou farol? O dilema do RH diante da era da IA Agêntica

Tendências

Copiloto ou farol? O dilema do RH diante da era da IA Agêntica

Dois grandes relatórios de 2026 — da McKinsey e do Talent Strategy Group — revelam uma função de RH tecnicamente em transição e humanamente fraturada: só 11% das empresas planejam talento no longo prazo, a adoção de IA patina em...

Treinar não basta: como evitar que as competências da sua equipe fiquem obsoletas antes de gerar resultado

Tendências

Treinar não basta: como evitar que as competências da sua equipe fiq...

Dados de TalentLMS, Cornerstone, BCG e Deloitte revelam por que o desenvolvimento de skills precisa virar processo contínuo, e não projeto pontual

Shadow AI: como a alta liderança lidera o uso de ferramentas de IA não autorizadas na empresa

Segurança

Shadow AI: como a alta liderança lidera o uso de ferramentas de IA n�...

Pesquisas com milhares de trabalhadores nos EUA e no Reino Unido revelam que 72,8% dos executivos C-level usam ferramentas de IA não autorizadas — e a maioria não pretende parar, mesmo sabendo dos riscos

A IA está em todo lugar: o problema agora é estratégia

Inteligência Artificial

A IA está em todo lugar: o problema agora é estratégia

Pesquisa global com quase 12 mil profissionais mostra que 74% dos trabalhadores já usam IA regularmente — mas a maioria das organizações ainda não sabe como converter esse uso em valor real

Desconexão no trabalho: o custo da IA e da falta de conexão humana

Tendências

Desconexão no trabalho: o custo da IA e da falta de conexão humana

Estudos da Workday e da KPMG mostram que a qualidade dos vínculos interpessoais prediz engajamento, confiança e saúde mental — e está sendo corroída em silêncio

Future-ready: o que separa as empresas que lideram das que ficam para trás na era da IA

Tendências

Future-ready: o que separa as empresas que lideram das que ficam para...

Relatórios do IMD e Adecco apontam os padrões que separam organizações capazes de transformar IA em resultado das que ficam estagnadas