O duopólio Google e Meta na publicidade digital está ameaçado por mudanças sísmicas, como descreve a Wunderman Thompson, gerado pela retail media (media de varejo), considerada a terceira onda do marketing digital. E segundo a Insider Intelligence, 2023 será o ano do seu ponto de inflexão.
Na virada da década, a terceira onda encontrou a combinação perfeita: os escândalos com o uso indevido dos dados dos usuários (basta lembrar de Cambridge Analítica); a criação de leis de proteção à privacidade dos dados pessoais (GDPR na Europa, LGPD no Brasil) que levou ao fim dos cookies; e a pandemia, que forjou uma mudança definitiva no comportamento de compras dos consumidores para o mundo do e-commerce, apoiada pela mobilidade e pelas novas tecnologias, incluindo Inteligência Artificial.
A retail media move o dinheiro da publicidade para as redes de varejo online, que montam suas RMNs (Retail Media Networks) e inserem anúncios nos seus sites de compra, tirando proveito do first-party data, dados concedidos diretamente pelos usuários, incluindo comportamento de compras e interesse. Atraem grandes anunciantes e monetizam duplamente sua base de clientes fiéis: ganham nas vendas e geram um colateral bilionário com a receita publicitária. Uma pesquisa do BCG estima que a margem de lucro varia de 60% a 90%.
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
Pesquisa global com 536 profissionais e 57 líderes de segurança revela adoção recorde de IA, mais falhas reportadas em detecção de ameaças e uma lacuna crescente entre governança declarada e governança praticada
Estudo da Akamai mostra que 47% dos brasileiros já compraram durante uma oferta-relâmpago sem verificar se o site era seguro
Relatório da Pitchbook e da NVCA mostra recordes em captação, valuations e saídas, mas revela que a bonança está concentrada em poucos nomes — com a IA respondendo por 86% do capital investido no semestre
Os conselhos testam candidatos a CEO com simulações, exigem histórico de resultados com IA e priorizam habilidades como orquestração e humildade diante da transformação tecnológica
Estudos de Harvard e Stanford mostram que a IA só melhora o desempenho de um time quando contexto, papéis e cultura são redesenhados junto com a tecnologia e não depois dela
Relatórios do Crunchbase e da AWS mostram um 1° semestre com US$ 510 bilhões investidos em startups no mundo. As empresas nativas em IA atingem valuation bilionário em metade do tempo
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
