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Crédito: Chincotech
SEGURANÇA

O reconhecimento facial no mundo

As empresas de reconhecimento facial contam com “passaportes de imunidade” para coronavírus, uma aplicação que ajuda no combate ao vírus, mas levanta questionamentos sobre privacidade

Nos últimos 10 anos, o uso da tecnologia de reconhecimento facial na vigilância tornou-se cada vez mais comum em todo o mundo. Programas de computador que analisam imagens de rostos humanos para identificá-los são usados para identificar criminosos e podem até encontrar crianças perdidas em questão de segundos.

Recentemente, as empresas de reconhecimento facial lançaram “passaportes de imunidade” para coronavírus nos EUA e no Reino Unido. Aplicações que, apesar de bem intencionadas, vêm levantando questionamentos importantes sobre os impactos na privacidade dessa vigilância generalizada.

No total, 109 países já usam ou aprovaram o uso da tecnologia, como mostra o levantamento feito pela Surfshark, sumarizado neste infográfico da Visual Capitalist. Apenas três países no mundo, incluindo Bélgica e Luxemburgo, se opõem oficialmente ao uso da tecnologia.

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A maioria dos países da América do Sul tem recorrido ao reconhecimento facial em ações de segurança pública, para reprimir crimes. No Brasil, a tecnologia ajudou a capturar o segundo criminoso mais procurado da Interpol. E nossas autoridades planejam criar um banco de dados biométrico dos cidadãos. Quem já baixou o novo aplicativo do CPF para celulares Android e iOS se surpreendeu com a captura detalhada do rosto para ter acesso ao documento.

Mapa de reconhecimento facial ao redor do mundo Crédito: Visual Capitalist

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