Nos últimos 10 anos, o uso da tecnologia de reconhecimento facial na vigilância tornou-se cada vez mais comum em todo o mundo. Programas de computador que analisam imagens de rostos humanos para identificá-los são usados para identificar criminosos e podem até encontrar crianças perdidas em questão de segundos.
Recentemente, as empresas de reconhecimento facial lançaram “passaportes de imunidade” para coronavírus nos EUA e no Reino Unido. Aplicações que, apesar de bem intencionadas, vêm levantando questionamentos importantes sobre os impactos na privacidade dessa vigilância generalizada.
No total, 109 países já usam ou aprovaram o uso da tecnologia, como mostra o levantamento feito pela Surfshark, sumarizado neste infográfico da Visual Capitalist. Apenas três países no mundo, incluindo Bélgica e Luxemburgo, se opõem oficialmente ao uso da tecnologia.
A maioria dos países da América do Sul tem recorrido ao reconhecimento facial em ações de segurança pública, para reprimir crimes. No Brasil, a tecnologia ajudou a capturar o segundo criminoso mais procurado da Interpol. E nossas autoridades planejam criar um banco de dados biométrico dos cidadãos. Quem já baixou o novo aplicativo do CPF para celulares Android e iOS se surpreendeu com a captura detalhada do rosto para ter acesso ao documento.

Mapa de reconhecimento facial ao redor do mundo Crédito: Visual Capitalist
Como o Centro de Competência Embrapii em Segurança Cibernética, operado pelo CESAR, trabalha para apoiar ecossistemas públicos e privados na construção de uma estratégia holística de cibersegurança e soberania tecnológica para o B...
Mesmo com milhares de vagas abertas, empresas seguem congelando contratações, reduzindo orçamento e operando com lacunas críticas de habilidades. O resultado é um ambiente mais vulnerável justamente quando a IA amplia a superfície de...
Apesar da escassez de exits e da instabilidade política, quase metade dos investidores planeja ampliar aportes. O foco agora está na digitalização de setores tradicionais da economia
Estudos mostram que agentes de IA podem automatizar crédito, compliance e análise financeira, mas o setor ainda enfrenta barreiras para escalar a tecnologia
Em um cenário marcado por geopolítica instável, disrupções tecnológicas e choques climáticos, conselhos de administração precisam ir além da supervisão e assumir um papel ativo na definição da estratégia
Pesquisa revela como empresas podem construir uma capacidade permanente de inovação estratégica, criando novos negócios e evitando a armadilha da inovação apenas incremental
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
