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Crédito: AE7

O escritório tem que ser criado para as pessoas, não para as empresas

No futuro pós-pandemia, as pessoas poderão trabalhar de qualquer unidade do WeWork no mundo

Por Soraia Yoshida 21/03/2021

Lucas Mendes é diretor-geral do WeWork no Brasil: escritórios pensados para as pessoas, não para as empresas

O futuro é híbrido e flexível. Essa é a visão de Lucas Mendes, diretor-geral do WeWork no Brasil, sobre a tendência para escritórios no país em um cenário pós-pandemia. A companhia, que é líder global em espaços de trabalho compartilhados, conta com 859 unidades em 151 cidades e 38 países – 32 delas no Brasil, com ênfase maior em São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. “Mas dá para ter unidades na Zona Norte e na Zona Leste de São Paulo, onde a gente ainda não tem presença, além de cidades como Campinas”, diz Lucas. “A lista é longa”.

Ele recebe muitos inputs via LinkedIn, de pequenos e médios negócios interessados em entender melhor e adotar o modelo de escritório compartilhado – agora por dia e até por hora. Novos produtos como o All Access e On Demand oferecem maior flexibilidade (palavra preferida de Lucas no momento) para quem quer trabalhar em um escritório com infraestrutura completa, sem necessariamente ter que se deslocar até a sede da empresa. No futuro pós-pandemia, as pessoas poderão trabalhar de qualquer unidade do WeWork no mundo.

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