De acordo com a ONU, até 2050, mais de 2 bilhões de pessoas terão 60 anos ou mais, o que representará 22% da população global. O envelhecimento da força de trabalho é uma consequência desse fenômeno e pode sinalizar uma oportunidade, em vez de apenas um desafio. A mudança para um ambiente em que a Inteligência Artificial (IA) é seu colega sinaliza que quaisquer que sejam as ferramentas desenvolvidas para o trabalho, elas sejam desenhadas para uma força de trabalho geracionalmente diversa.
A necessidade de transformação no que conhecemos como trabalho deve vir acompanhada de uma redução nas barreiras para aquisição de habilidades. “Abordar o viés da idade nos sistemas de IA é fundamental não apenas para promover a igualdade social e evitar a discriminação, mas também para melhorar o desempenho organizacional e a inovação por meio de uma força de trabalho diversificada. Consequentemente, a IA à prova de idade não é apenas um imperativo moral, mas uma necessidade estratégica para empresas de todo o mundo”, cita uma análise do Fórum Econômico Mundial.
De acordo com a pesquisa “Age-Proofing AI”, da Generation, trabalhadores mais experientes têm um desempenho tão bom, se não melhor, do que seus colegas mais jovens. Esses dados contradizem a suposição de que os profissionais mais velhos não são bons com ferramentas tecnológicas. Mais: eles têm muito a contribuir no aspecto comportamental e sócio emocional no trabalho.
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