Empresas que insistem no presencial enfrentam resistência em um mundo que mudou após a pandemia. Dados mostram que flexibilidade é mais do que um benefício – é uma exigência dos profissionais (Crédito: Freepik)
Antes da Inteligência Artificial (IA) entrar no mundo do trabalho para revirar conceitos antigos sobre produtividade, eficiência e qual é o papel do homem nesse jogo, houve uma quebra gigantesca que transformou nossa visão de mundo. A pandemia.
Até o início de 2020, era tudo “business as usual”. Três meses depois, tudo mudou – e algumas dessas mudanças continuam impactando a maneira como vivemos e trabalhamos até hoje. Entendemos que era preciso se adaptar, ter flexibilidade, mudar rapidamente de atitude e de direção. Não surpreende que essas três habilidades estejam entre as mais valorizadas no “Future of Jobs Report 2025”, do Fórum Econômico Mundial, e em todas as organizações que querem se manter na ponta. Aliás, pensando bem, vale para todas as empresas, de todos os tamanhos.
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
Um ambiente de nuvem, aliado a dados estruturados, permite à IA escalar. Com o foundation de IA, LYNN, a TOTVS provê a infraestrutura necessária para o desenvolvimento de agentes especializados que executarão tarefas integradas ao core...
A futurista Sam Jordan, do FTSG, explica como a IA e outras tecnologias disruptivas estão impactando pipelines de criação de valor e por que as empresas precisam tomar medidas para resgatar "coisas antigas" perdidas no caminho
Segundo o futurista Ian Beacraft, organizações estruturadas para as limitações do trabalho humano não conseguem capturar o verdadeiro potencial da Inteligência Artificial
Segundo Amy Gallo, da Harvard Business Review, evitar conflitos no ambiente corporativo cria “harmonia artificial”, prejudica decisões e bloqueia inovação
No palco da SXSW 2026, a futurista "matou" seus Tech Trends Reports e lançou um novo documento, o Convergence Outlook, que trata tendências como sinais que convergem para “tempestades” tecnológicas e sistêmicas
No SXSW 2026, o futurista Rohit Bhargava argumenta que, em um mundo dominado por algoritmos, a capacidade de criar conexões genuínas pode se tornar uma das competências mais valiosas para carreira, inovação e negócios
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
