A Covid-19 não foi apenas um dos maiores experimentos sociais de todos os tempos, mas também o gatilho que liberou todo o potencial da IA (Crédito: Freepik)
Nos últimos cinco anos, a Ciência de Dados e a IA vêm desempenhando um papel enorme no redesenho da sociedade e vários setores econômicos. As necessidades de precisão, velocidade e interação digital aumentaram com o combate ao coronavírus e a imposição do distanciamento social, especialmente em domínios de missão crítica, como a Saúde. Se hoje a IA está em todo lugar – alimentando as ferramentas que usamos diariamente, moldando indústrias e até mesmo redefinindo como interagimos –, muito devemos ao impulso dado pela pandemia ao seu desenvolvimento e adoção.
A Covid-19 não foi apenas um dos maiores experimentos sociais de todos os tempos, mas também o gatilho que liberou todo o potencial da IA. O investimento global total na tecnologia cresceu 40% de 2019 a 2020, e foi um dos poucos que se manteve em dois dígitos nos anos seguintes. As startups capturaram boa parte desse investimento, de acordo com a Dealroom. A produção acadêmica também acelerou. Não por acaso, 2020 é o ano de três importantes marcos para o desenvolvimento vertiginoso da IA que testemunhamos diariamente.
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
Fabio Maia e Milton Lima, do CISSA/CESAR analisam o caso OpenAI–Hugging Face e defendem que o risco real, hoje, está menos em IAs rebeldes e mais em governança frouxa, incentivos errados e autonomia mal calibrada
Luciano Albertini e Letícia Lucati, da EY, e Alexandre Faraco, gerente de SAP do Grupo Aço Cearense, explicam por que essa escolha nunca começa pelo nome do método, e sim pela realidade da empresa
Na Febraban Tech 2026, Milton Lima e Claudia Cunha, do CISSA/CESAR, debateram engenharia social, comportamento humano e o uso estratégico de dados nos pagamentos — dois lados de um mesmo desafio para o setor financeiro.
Um estudo da EY mostra que, para organizar força de trabalho híbrida, de humanos e agentes de IA, o maior obstáculo não é técnico: é a falta de estratégia dos líderes e a insegurança das equipes em encontrar seu novo papel
Segunda edição do estudo global da EY mostra CDOs mais especializados, orçamentos em expansão e uma convergência entre dados e IA que está redesenhando o mandato da função e o organograma da empresa
Para o pesquisador Pedro Liberal, do CESAR no CISSA, o desafio não é só detectar o que foge do padrão, mas explicar por quê, e assim tirar equipes de segurança da fadiga de alertas que mascaram ataques reais
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
