s
GESTÃO

Mobilidade interna: a peça que faltava na estratégia de negócios para 2023

Prática pode ter um impacto enorme na retenção de talentos. E mesmo que muitas empresas a considerem de difícil implantação, deve ser pedra angular das estratégias de contratação e retenção

Pergunte à liderança de RH se a empresa onde trabalha é boa no desenvolvimento de carreira, e ele provavelmente dirá que sim — e depois falará sobre os programas que criou para funcionários de alto potencial.

Pergunte também como a empresa oferece suporte ao restante da força de trabalho e a resposta provavelmente mudará. Algumas dirão que esperam que os gerentes sejam responsáveis pelo desenvolvimento de seu pessoal. Outras, que os funcionários é que devem se responsabiliza por seu desenvolvimento de carreira. Lideranças mais transparentes acrescentarão que sua abordagem funciona para parte da força de trabalho, não para a maioria.

Condutas como essas podem parecer boas, mas muitas vezes não cumprem o que prometem e se tornam um problema a mais para as empresas, especialmente quando é difícil encontrar e reter funcionários qualificados. E acabam por esconder também outro problema recorrente das empresas: uma prática chamada “mobilidade interna”, que tem um impacto ENORME na retenção de talentos.

Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.

Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.

É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.

Habilidades do futuro: trabalhador brasileiro pesquisa IA, mas estuda idiomas

Tendências

Habilidades do futuro: trabalhador brasileiro pesquisa IA, mas estuda...

Relatório da Unico Skill mostra que as matrículas em idiomas cresceram 87,9% em um semestre. Gary Bolles, da Singularity University, explica por que a tradução automática não substitui aprender uma língua

A IA chegou aos conselhos antes da governança

Tendências

A IA chegou aos conselhos antes da governança

Estudo do IBGC mostra que a tecnologia já apoia análises e planejamento estratégico, mas só 20,7% dos membros de boards que a usam têm diretrizes éticas documentadas, e só 31% receberam treinamento específico

O retorno de 4 para 1 que as empresas deixam na mesa

Inteligência Artificial

O retorno de 4 para 1 que as empresas deixam na mesa

Estudo da Deloitte mostra que as empresas tocam várias transformações ao mesmo tempo, mas ainda tratam a gestão de mudança como custo de projeto. O preço aparece em esgotamento, saídas de talentos e valor perdido

O ponto cego dos CEOs na era da IA: a confiança que eles acham que têm

Inteligência Artificial

O ponto cego dos CEOs na era da IA: a confiança que eles acham que t�...

Estudo do BCG revela um abismo de 41 pontos na percepção de confiança. A falta de transparência sobre a IA já afeta o empenho das equipes, enquanto os líderes olham para outro lado

Gary Bolles: personificar a IA é uma questão de responsabilidade

Inteligência Artificial

Gary Bolles: personificar a IA é uma questão de responsabilidade

Chair de Futuro do Trabalho da Singularity University defende que a responsabilidade pelo uso da IA continue sendo humana. Para gerar valor com a tecnologia, diz ele, as empresas precisam redesenhar toda a cadeia de entrega, começando pela...

A maioria esquecida da revolução da IA

Inteligência Artificial

A maioria esquecida da revolução da IA

Cerca de 56% dos trabalhadores formam a "sala de máquinas" das empresas: o núcleo que faz a operação rodar, mas tem pouco acesso a IA, a capacitação e a boas perspectivas. Só 33% desse grupo confiam na alta gestão