Em 2030, caso uma plataforma de superinteligência artificial esteja funcionando, há 27% de chance da humanidade ser varrida do mapa, segundo membros do Manifold Markets. Se você tem a curiosidade de saber a probabilidade dessa plataforma superinteligente existir até 2030, os participantes do Manifold Markets também têm a previsão: 38%.
Apostamos “não” nas duas perguntas, mas elas são uma amostra de como funcionam os prediction markets (mercados de previsão), também chamados de mercados de apostas, nos quais milhares de participantes lançam perguntas e dão seus pitacos em possibilidades de futuro, sobre todos os assuntos, esperando ganhar com seus acertos. Embora envolvam apostas, os mercados de previsão conseguem funcionar porque utilizam moedas fictícias (play money) cujo uso se limita ao jogo e que geralmente são fornecidas no cadastro.
Prediction markets não são novos — o mais antigo, segundo a Wikipedia, data de 1503, e nele as pessoas votavam em quem seria o novo Papa. Em 2004, os economistas, Paul W. Rhode e Koleman S. Strumpf, escreveram um estudo analisando a história dos mercados de previsão política, que datam de 1884. No campo político ganharam sua primeira versão eletrônica durante a eleição presidencial norte-americana de 1988: o Iowa Electronic Market, criado pela Universidade de Iowa. Esse continua funcionando, incluindo política e mercado financeiro (apostas limitadas a US$ 500 e liberadas por ser uma instituição acadêmica).
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
Estudos da Workday e da KPMG mostram que a qualidade dos vínculos interpessoais prediz engajamento, confiança e saúde mental — e está sendo corroída em silêncio
Relatórios do IMD e Adecco apontam os padrões que separam organizações capazes de transformar IA em resultado das que ficam estagnadas
Empresas como a Tenda, Motiva e TotalPass estão passando por uma transformação movida a IA e automação, mas que vai entregar lá na ponta uma experiência elevada para o cliente
Com 5.000 funcionários em uma semana dedicada à IA e US$ 4 bilhões em receita, a empresa redefine o que significa colocar o cliente no centro
De santuários analógicos a comunidades inteligentes autossustentáveis, um relatório da Universidade Monash — baseado em 93 estudos e entrevistas com 20 especialistas — mapeia as forças que vão definir onde habitamos, como envelhec...
Craig Flower, recém-nomeado COO da Zendesk, explica como a empresa saiu de 20% para 65% de auto-resolução no próprio atendimento — e o que isso significa para qualquer empresa que queira usar IA de verdade
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
