No cenário corporativo atual, a busca por maior envolvimento dos funcionários e satisfação no trabalho é imperativa. As estruturas de trabalho tradicionais, muitas vezes rígidas e com escopo restrito, podem levar à diminuição da motivação, à menor produtividade e a taxas elevadas de rotatividade. O principal desafio para as organizações contemporâneas é reacender a paixão e a criatividade nas suas forças de trabalho. O que alçou o job crafting a uma das tendências mais importantes do mercado de trabalho.
O conceito foi criado pelas pesquisadoras americanas Amy Wrzesniewski e Jane Dutton, em 2001. E, embora não seja novo, está mais atual que nunca. Sua prática oferece aos profissionais a oportunidade de remodelar suas funções e interações de acordo com suas habilidades, interesses, paixões e valores pessoais, de modo a ressignificarem o seu trabalho. Com o tempo, o job crafting expandiu-se para incluir não apenas mudanças nas tarefas e nos relacionamentos, mas também mudanças cognitivas na forma como alguém vê o seu trabalho.
As razões que levam os gestores a implementar o job crafting são multifacetadas e impactantes. Primeiro, a elaboração do trabalho afeta diretamente o engajamento e o bem-estar dos funcionários, dizem as pesquisas. Dar aos funcionários autonomia para remodelar suas funções leva à redução do estresse e do esgotamento. Além disso, funcionários engajados que desfrutam de um melhor equilíbrio entre vida profissional e pessoal demonstram maior produtividade, entusiasmo e comprometimento.
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
Estudos do GPTW, da Gartner e da Harvard Business Review indicam que exigir performance sem recalibrar suporte, cultura e capacitação cobra um preço alto
Dados globais indicam que apenas 2 a 3 horas do dia são realmente produtivas, enquanto o “trabalho sobre trabalho” e a fragmentação da agenda corroem a eficiência
Ao reduzir a porta de entrada hoje, empresas arriscam perder talentos, cultura e liderança no médio prazo
Dados da DDI revelam que o maior gargalo das transformações não está no plano, mas na forma como líderes engajam, escutam e reforçam comportamentos
De data annotators a forward-deployed engineers, a expansão da IA está redesenhando funções, habilidades e a fronteira entre tecnologia e negócio
O Workmonitor 2026 revela a lacuna de confiança entre empregadores e trabalhadores, o avanço da IA como infraestrutura e o fim da carreira linear — e o que líderes precisam fazer agora
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
