As expectativas para a Black Friday, estavam altas: o faturamento projetado pela E-Comerce Brasil era de R$ 4,5 bilhões, um crescimento de 7% em comparação ao ano anterior. Em plena Cyber Monday, as previsões acabaram superando o esperado, com um salto de 76% nas vendas digitais, segundo a empresa de tecnologia para o varejo Linx. Houve quem falasse em um sucesso ainda maior: a empresa de dados Neotrust Confi apontou que a Black Friday gerou R$ 8 bilhões em vendas digitais.
Também teve o outro lado. Durante a Black Friday, foram registrados mais de 141 mil reclamações no site Reclame Aqui, um recorde. Entre as principais reclamações estão atraso de entrega, propaganda enganosa, produto não recebido e problemas com estorno. Outro número que cresceu foi o de golpes: mais de 3 mil ações golpistas foram detectadas durante o mês de outubro, segundo informações da Branddi.
A Inteligência Artificial (IA) foi a principal alavanca de vendas na Black Friday 2024. Combinada com análise de dados e automação, a tecnologia foi usada especialmente para o monitoramento de preços por empresas como a TrackingTrade, que oferece um serviço que permite monitorar os diferentes preços entre os concorrentes. Além disso, a IA também foi utilizada em uma operação contra fraudes feita pela Anatel, em conjunto com a Polícia Federal, para confiscar produtos eletrônicos falsificados. A IA foi usada para automatizar a coleta, o processamento, a visualização e a análise, tanto quantitativa quanto qualitativa, de anúncios publicados.
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
Com smartphones, redes sociais e até ferramentas de IA no cotidiano, crianças da Geração Alpha pesquisam produtos, negociam com os pais e já participam ativamente das decisões de compra da família
Estudos mostram que agentes de IA podem automatizar crédito, compliance e análise financeira, mas o setor ainda enfrenta barreiras para escalar a tecnologia
Pix supera cartões no e-commerce, parcelamento impulsiona receita, SMEs aceleram via bancos digitais e stablecoins ganham protagonismo cambial.
Estudo da Capgemini mostra por que preço já não basta, como a IA virou consultora de compras e por que transparência e emoção passaram a guiar a fidelidade do consumidor
Quando acesso deixa de ser o problema, mas a qualidade vira risco
Regulação lenta, foco curto-prazista e baixa qualidade dos dados explicam por que o OPIN perdeu ritmo e adiou em três anos o impacto prometido
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
