O foco constante na execução de tarefas que exigem alta performance pode levar ao esgotamento e à estagnação, em vez de à melhoria. Um paradoxo, identificado pelo consultor Eduardo Briceño em seu novo livro "The Performance Paradox: Turning the Power of Mindset into Action". A principal razão é que um foco exclusivo no alto desempenho leva à miopia, falta de inovação, aversão a riscos e investimentos insuficientes no futuro da organização. Portanto, ao lado do desempenho, há uma segunda coisa em que as organizações de sucesso precisam focar: o aprendizado.
O equilíbrio certo entre aprendizado e performance é difícil de alcançar. Varia de organização para organização, e ao longo do tempo. Mas é algo necessário, se quisermos prosperar no mundo complexo e em rápida mudança de hoje, sustenta Briceño.
“Há a zona de aprendizagem, a zona de desempenho, e o momento em que fazemos as duas coisas juntas. Muitas vezes as pessoas falam sobre isso como aprender fazendo, mas a realidade é que não aprendemos apenas fazendo. Se apenas fizermos algo, isso não nos levará realmente a aprender. Mas podemos aprender enquanto fazemos”, explica. Quando os riscos são altos e os erros custam muito caro, mudamos para a nossa zona de desempenho e isso é apropriado e precisamos fazer isso quando os riscos são altos.
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
Com a perspectiva de uma vida produtiva muito além dos 60 anos, podemos investir em uma carreira por 30 anos e depois inventar outra. A longevidade, combinada com aprendizado contínuo, é fonte de crescimento, segundo pesquisas
Pesquisas da ETS, da Deloitte e do Fórum Econômico Mundial mostram que aprender a se adaptar continuamente tornou-se mais decisivo para a carreira do que qualquer habilidade técnica isolada — e o Brasil aparece entre os países com mai...
Protiviti, Careerminds, The Conference Board, Kyndryl, McKinsey e Metley chegam à mesma conclusão por caminhos diferentes: a tecnologia está pronta antes das pessoas e o RH que deveria liderar essa preparação é, com frequência, quem...
Uma pesquisa com 300 profissionais de cultura e RH mostra que o problema não é falta de discurso — é a distância entre o que a liderança diz e o que ela recompensa, tolera e reforça todos os dias
Um estudo da McKinsey aponta como construir "capacidade cerebral" dentro da empresa e gerar valor
Estudos de Harvard e Stanford mostram que a IA só melhora o desempenho de um time quando contexto, papéis e cultura são redesenhados junto com a tecnologia e não depois dela
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
