As empresas vigilantes – e receptivas às mudanças em seu ambiente de negócios – têm capitalização de mercado maior do que aquelas que não o são. A necessidade de vigilância aumenta à medida que as tecnologias digitais desafiam os modelos de negócios existentes. Só sendo vigiliantes as empresas conseguem perceber os sinais de alerta necessários para preparar para responder a ameaças em potencial e oportunidades latentes.
Essas ideias estão aprofundadas no novo livro de George Day, professor emérito de marketing da Wharton, e Paul Schoemaker, fundador e presidente da Q2 Technologies, “See Sooner, Act Faster: How Vigilant Leaders Thrive in an Era of Digital Turbulence“, sobre o qual eles conversam nesse vídeo.
O direito à privacidade não é sobre esconder algo, mas sobre garantir autonomia e segurança em um mundo cada vez mais digitalizado
A evolução da IA está redefinindo o cenário de cibersegurança, que está entre as principais preocupações das organizações
O apagão causado CrowdStrike revelou um grande problema nas empresas de tecnologia: a falta de resiliência cibernética.
Diferentes soluções estão sendo implementadas para garantir a segurança dos jogos olímpicos desse ano.
Foi-se a época em que a ortografia e a gramática inadequadas eram indicadores de um possível golpe. Há necessidade urgente de soluções inovadoras.
Vulnerabilidades conhecidas desempenharam um papel importante nos ataques de 2022
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