s
Ambientes com empatia aumentam pertencimento, reduzem toxicidade e favorecem a liderança (Crédito: Freepik)
TENDÊNCIAS

Falta de empatia custa caro às empresas (e não apenas em saúde mental)

Estudo mostra que ambientes não empáticos aumentam rotatividade, burnout e prejuízo

A falta de empatia nas empresas representa um risco anual de US$ 180 bilhões em custos de rotatividade. Os colaboradores que trabalham em ambiente com baixa empatia são 1,5 vez mais propensos a deixar seus empregos nos próximos seis meses, de acordo com um estudo recente da Businessolver. Para uma organização com 2 mil colaboradores, isso equivale a um custo de US$ 7,3 milhões somente em substituição de pessoal.

Além de impactar a retenção de talentos, a ausência de empatia no ambiente de trabalho afeta a produtividade e o bem-estar dos colaboradores. Funcionários de empresas não empáticas reportam:

  • 3 vezes mais toxicidade no ambiente de trabalho
  • 1,3 vez mais incidência de problemas de saúde mental
  • Maior sensação de solidão e burnout

Mais da metade dos trabalhadores em empresas não empáticas aceitariam ganhar menos para trabalhar em locais em que sentissem que seus gestores e colegas são capazes de entender como se sentem. O relatório “2025 State of Workplace Empathy”, aponta que a empatia não é um “acessório organizacional” e sim uma estratégia de negócio com impacto direto em saúde mental, retenção de talentos, performance e crescimento. Ignorar a empatia ou evitar que se torne parte do cotidiano pode comprometer a reputação e longevidade de uma organização. Com um custo bem mais alto do que muitas organizações imaginam.

Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.

Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.

É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.

Copiloto ou farol? O dilema do RH diante da era da IA Agêntica

Tendências

Copiloto ou farol? O dilema do RH diante da era da IA Agêntica

Dois grandes relatórios de 2026 — da McKinsey e do Talent Strategy Group — revelam uma função de RH tecnicamente em transição e humanamente fraturada: só 11% das empresas planejam talento no longo prazo, a adoção de IA patina em...

Treinar não basta: como evitar que as competências da sua equipe fiquem obsoletas antes de gerar resultado

Tendências

Treinar não basta: como evitar que as competências da sua equipe fiq...

Dados de TalentLMS, Cornerstone, BCG e Deloitte revelam por que o desenvolvimento de skills precisa virar processo contínuo, e não projeto pontual

Google for Brasil 2026: futebol, IA e investimentos em educação marcam a 8ª edição do evento

Inteligência Artificial

Google for Brasil 2026: futebol, IA e investimentos em educação marc...

Na véspera da abertura da Copa do Mundo no Brasil, o Google reuniu executivos, parceiros e convidados em São Paulo para anunciar lançamentos que vão de IA aplicada ao futebol e à saúde até novos recursos do Gemini, do YouTube e da Bu...

Shadow AI: como a alta liderança lidera o uso de ferramentas de IA não autorizadas na empresa

Segurança

Shadow AI: como a alta liderança lidera o uso de ferramentas de IA n�...

Pesquisas com milhares de trabalhadores nos EUA e no Reino Unido revelam que 72,8% dos executivos C-level usam ferramentas de IA não autorizadas — e a maioria não pretende parar, mesmo sabendo dos riscos

Roubo de indentidade digital: por que as empresas estão perdendo essa batalha

Inteligência Artificial

Roubo de indentidade digital: por que as empresas estão perdendo essa...

De deepfakes de executivos a agentes de IA manipulados por instruções ocultas, os ataques de identidade digital evoluíram, mas os programas de defesa da maioria das organizações ainda operam no passado

A IA está em todo lugar: o problema agora é estratégia

Inteligência Artificial

A IA está em todo lugar: o problema agora é estratégia

Pesquisa global com quase 12 mil profissionais mostra que 74% dos trabalhadores já usam IA regularmente — mas a maioria das organizações ainda não sabe como converter esse uso em valor real