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Ambientes com empatia aumentam pertencimento, reduzem toxicidade e favorecem a liderança (Crédito: Freepik)
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Falta de empatia custa caro às empresas (e não apenas em saúde mental)

Estudo mostra que ambientes não empáticos aumentam rotatividade, burnout e prejuízo

A falta de empatia nas empresas representa um risco anual de US$ 180 bilhões em custos de rotatividade. Os colaboradores que trabalham em ambiente com baixa empatia são 1,5 vez mais propensos a deixar seus empregos nos próximos seis meses, de acordo com um estudo recente da Businessolver. Para uma organização com 2 mil colaboradores, isso equivale a um custo de US$ 7,3 milhões somente em substituição de pessoal.

Além de impactar a retenção de talentos, a ausência de empatia no ambiente de trabalho afeta a produtividade e o bem-estar dos colaboradores. Funcionários de empresas não empáticas reportam:

  • 3 vezes mais toxicidade no ambiente de trabalho
  • 1,3 vez mais incidência de problemas de saúde mental
  • Maior sensação de solidão e burnout

Mais da metade dos trabalhadores em empresas não empáticas aceitariam ganhar menos para trabalhar em locais em que sentissem que seus gestores e colegas são capazes de entender como se sentem. O relatório “2025 State of Workplace Empathy”, aponta que a empatia não é um “acessório organizacional” e sim uma estratégia de negócio com impacto direto em saúde mental, retenção de talentos, performance e crescimento. Ignorar a empatia ou evitar que se torne parte do cotidiano pode comprometer a reputação e longevidade de uma organização. Com um custo bem mais alto do que muitas organizações imaginam.

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