A força de trabalho da Novartis inclui 110.000 funcionários e 50.000 contratados e trabalhadores temporários. A Cisco tem 83.000 funcionários em tempo integral e mais de 50.000 trabalhadores temporários de vários tipos. Ambas as empresas dependem substancialmente de um ecossistema de força de trabalho que inclui muitos tipos de colaboradores externos, incluindo dezenas de milhares de contratados individuais, para alcançar seus resultados de negócios. E não estão sozinhas.
A maioria das empresas, de todos os tamanhos, depende de colaboradores externos para construir e expandir seus negócios. Esses colaboradores podem incluir contratados de longo e curto prazo, empresas de serviços profissionais, trabalhadores temporários, colaboradores de crowdsourcing, desenvolvedores de aplicativos que complementam o produto ou serviço de uma empresa e até mesmo certas tecnologias.
À medida que aprofundam sua dependência de trabalhadores externos, muitos executivos lutam para determinar até que ponto devem integrar a gestão de funcionários e colaboradores externos e os sistemas e processos que usam ao contratar trabalhadores com diferentes contratos de trabalho. Novas pesquisas sugerem que adotar uma abordagem holística para gerenciar estrategicamente todos os colaboradores como um ecossistema da força de trabalho pode permitir o sucesso da empresa. "No ecossistema, diferentes atores trabalham em prol a objetivos individuais e coletivos com interdependências e complementaridades entre os participantes", explicam analistas da MIT Sloan Management Review e da Deloitte.
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
Em um cenário marcado por geopolítica instável, disrupções tecnológicas e choques climáticos, conselhos de administração precisam ir além da supervisão e assumir um papel ativo na definição da estratégia
Com adoção já disseminada, o desafio agora é redesenhar processos, liderança e cultura para integrar humanos e máquinas
Estudo da McKinsey mostra que a transformação é estrutural: vantagem competitiva virá do redesenho de fluxos, papéis e governança em um mundo de IA e choque geopolítico.
Estudos do GPTW, da Gartner e da Harvard Business Review indicam que exigir performance sem recalibrar suporte, cultura e capacitação cobra um preço alto
Dados globais indicam que apenas 2 a 3 horas do dia são realmente produtivas, enquanto o “trabalho sobre trabalho” e a fragmentação da agenda corroem a eficiência
Ao reduzir a porta de entrada hoje, empresas arriscam perder talentos, cultura e liderança no médio prazo
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
