O que até alguns anos era “narrativa”, agora tem números e evidências para levar ao board: a Economia Verde representa um mercado de mais de US$ 5 trilhões que deve chegar a US$ 7,1 trilhões até 2030, e que recompensa quem se expõe a ele. Empresas com receitas verdes crescem o dobro das convencionais e chegam a 33% ao ano em setores como Energia. Companhias com mais de 10% de receita verde tendem a receber prêmios em múltiplos de P/R (proporção Preço/Receita) e EV/R (Enterprise Value/Revenue), que aumentam conforme a fatia verde cresce.
A Economia Verde é o segundo setor de crescimento mais rápido na última década, perdendo apenas para Tecnologia. Para as organizações envolvidas em mercados verdes, geralmente o capital chega mais barato e elas desfrutam de prêmios de avaliação, em comparação com outras do mercado. O que leva à questão: a sua empresa já faz parte desse grupo?
O relatório “Already a MultiTrillion-Dollar Market: CEO Guide to Growth in the Green Economy” (“Já um Mercado Multibilionário: Um Guia para CEOs sobre Crescimento na Economia Verde”, em tradução livre) se propõe a ser praticamente um guia para CEOs e boards que ainda insistem em ignorar as oportunidades desse mercado.
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
Dois grandes relatórios de 2026 — da McKinsey e do Talent Strategy Group — revelam uma função de RH tecnicamente em transição e humanamente fraturada: só 11% das empresas planejam talento no longo prazo, a adoção de IA patina em...
Dados de TalentLMS, Cornerstone, BCG e Deloitte revelam por que o desenvolvimento de skills precisa virar processo contínuo, e não projeto pontual
Na véspera da abertura da Copa do Mundo no Brasil, o Google reuniu executivos, parceiros e convidados em São Paulo para anunciar lançamentos que vão de IA aplicada ao futebol e à saúde até novos recursos do Gemini, do YouTube e da Bu...
Pesquisas com milhares de trabalhadores nos EUA e no Reino Unido revelam que 72,8% dos executivos C-level usam ferramentas de IA não autorizadas — e a maioria não pretende parar, mesmo sabendo dos riscos
De deepfakes de executivos a agentes de IA manipulados por instruções ocultas, os ataques de identidade digital evoluíram, mas os programas de defesa da maioria das organizações ainda operam no passado
Pesquisa global com quase 12 mil profissionais mostra que 74% dos trabalhadores já usam IA regularmente — mas a maioria das organizações ainda não sabe como converter esse uso em valor real
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
