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Por que a Economia Verde virou prioridade estratégica para CEOs e boards — e o que os números mostram. (Crédito: Freepik)
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Economia Verde: a nova corrida trilionária que está transformando empresas

Empresas com receitas verdes crescem mais rápido, atraem capital mais barato e conquistam prêmios de avaliação de até 15%. O novo relatório do WEF e BCG explica por quê — e como entrar no jogo

Por Soraia Yoshida 07/12/2025

O que até alguns anos era “narrativa”, agora tem números e evidências para levar ao board: a Economia Verde representa um mercado de mais de US$ 5 trilhões que deve chegar a US$ 7,1 trilhões até 2030, e que recompensa quem se expõe a ele. Empresas com receitas verdes crescem o dobro das convencionais e chegam a 33% ao ano em setores como Energia. Companhias com mais de 10% de receita verde tendem a receber prêmios em múltiplos de P/R (proporção Preço/Receita) e EV/R (Enterprise Value/Revenue), que aumentam conforme a fatia verde cresce. 

A Economia Verde é o segundo setor de crescimento mais rápido na última década, perdendo apenas para Tecnologia. Para as organizações envolvidas em mercados verdes, geralmente o capital chega mais barato e elas desfrutam de prêmios de avaliação, em comparação com outras do mercado. O que leva à questão: a sua empresa já faz parte desse grupo?

O relatório “Already a MultiTrillion-Dollar Market: CEO Guide to Growth in the Green Economy” (“Já um Mercado Multibilionário: Um Guia para CEOs sobre Crescimento na Economia Verde”, em tradução livre) se propõe a ser praticamente um guia para CEOs e boards que ainda insistem em ignorar as oportunidades desse mercado. 

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