Não há constrangimento algum entre analistas de mercado ao classificar o crescimento da indústria de e-sports como uma revolução. É uma mistura entre a paixão inerente ao universo dos esportes competitivos e o comportamento nativo digital da cultura gamer. Desta combinação nasce um ecossistema cuja complexidade é tão grande quanto seu potencial de crescimento. O mercado global dos e-sports foi avaliado em US$ 1,1 bilhão em 2019 e a previsão é de que o montante cresça 24,4% ao ano até 2027.
Alcance cada vez maior de público, novas atividades de engajamento, investimentos em infraestrutura de torneios e crescentes valores de patrocínio são alguns dos fatores-chave que impulsionam a ascensão mundial do mercado. Mesmo a pandemia – e a crise econômica desencadeada por ela – não desaceleraram o crescimento dos esportes eletrônicos. Muito pelo contrário, o período conturbado serviu apenas para comprovar a resiliência da indústria digital no Brasil.
“A disrupção do entretenimento tradicional aconteceu no momento em que qualquer pessoa pôde transmitir suas partidas por plataformas abertas como o Justin TV e, mais recentemente, Twitch e YouTube”, explica Rodrigo Guerra, editor de e-sports da ESPN Brasil, em entrevista exclusiva à The Shift. É exatamente o caráter social e comunitário desta nova forma de consumir games que distingue os e-sports de indústrias tradicionais.
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
Para Claudia Cunha, DPO e Chefe do Departamento Jurídico no CESAR, incorporar privacidade desde o início, na construção de qualquer solução, não só de software, é a única forma de transformar a conformidade em vantagem competitiva
O Panorama Cloud das Empresas Brasileiras, produzido pela TOTVS, sinaliza o risco: 47% das empresas que ainda não usam nuvem pretendem esperar 3 anos ou mais para migrar. A decisão pode comprometer a competitividade e atrasar a adoção d...
Ferramentas não autorizadas no ambiente corporativo criam brechas invisíveis de segurança — e a solução passa menos pela proibição e mais pela cultura, processo e agilidade
Um ambiente de nuvem, aliado a dados estruturados, permite à IA escalar. Com o foundation de IA, LYNN, a TOTVS provê a infraestrutura necessária para o desenvolvimento de agentes especializados que executarão tarefas integradas ao core...
A futurista Sam Jordan, do FTSG, explica como a IA e outras tecnologias disruptivas estão impactando pipelines de criação de valor e por que as empresas precisam tomar medidas para resgatar "coisas antigas" perdidas no caminho
Segundo o futurista Ian Beacraft, organizações estruturadas para as limitações do trabalho humano não conseguem capturar o verdadeiro potencial da Inteligência Artificial
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
