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Por João Ortega 29/09/2020

Não há constrangimento algum entre analistas de mercado ao classificar o crescimento da indústria de e-sports como uma revolução. É uma mistura entre a paixão inerente ao universo dos esportes competitivos e o comportamento nativo digital da cultura gamer. Desta combinação nasce um ecossistema cuja complexidade é tão grande quanto seu potencial de crescimento. O mercado global dos e-sports foi avaliado em US$ 1,1 bilhão em 2019 e a previsão é de que o montante cresça 24,4% ao ano até 2027.

Alcance cada vez maior de público, novas atividades de engajamento, investimentos em infraestrutura de torneios e crescentes valores de patrocínio são alguns dos fatores-chave que impulsionam a ascensão mundial do mercado. Mesmo a pandemia – e a crise econômica desencadeada por ela – não desaceleraram o crescimento dos esportes eletrônicos. Muito pelo contrário, o período conturbado serviu apenas para comprovar a resiliência da indústria digital no Brasil. 

“A disrupção do entretenimento tradicional aconteceu no momento em que qualquer pessoa pôde transmitir suas partidas por plataformas abertas como o Justin TV e, mais recentemente, Twitch e YouTube”, explica Rodrigo Guerra, editor de e-sports da ESPN Brasil, em entrevista exclusiva à The Shift. É exatamente o caráter social e comunitário desta nova forma de consumir games que distingue os e-sports de indústrias tradicionais.

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