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Divulgação/CUFA
MOBILE

Da favela para a fama: o potencial transformador do Free Fire

Assim como o futebol, o game é visto como uma forma de mudar de vida pelos moradores das comunidades

Com diversas histórias de jogadores famosos que saíram das favelas para brilhar nos campos, o futebol se tornou um exemplo de como o esporte transforma vidas. Agora, o eSport também ocupa esse lugar. Essa é a aposta da CUFA (Central Única das Favelas) ao realizar a Taça das Favelas Free Fire, cujas inscrições para os jogadores estão abertas até 13 de outubro. As similaridades não param por aí: assim como o futebol, o Free Fire movimenta multidões de fãs. A final da quinta edição da Liga Brasileira de Free Fire (LBFF) bateu um pico de 598.885 espectadores simultâneos. Essa força faz os clubes e as empresas se aproximarem do universo dos games. O Itaú, por exemplo, é patrocinador da competição da CUFA.

“O que a gente pode fazer é abrir a vitrine para que as pessoas sejam vistas. Parte dos maiores jogadores de futebol vieram das favelas, mas quando a gente pensa em esportes eletrônicos ninguém tá olhando para a favela. Está todo mundo olhando para o asfalto. A Taça mostra os jogadores e faz com que eles possam alcançar novas barreiras, como ter uma atuação profissional", afirma Marcus Vinícius Athayde, idealizador e diretor da Taça das Favelas Free Fire.

Os gamers vislumbram tornar o Free Fire uma atividade profissional. Segundo a Pesquisa “Taça das Favelas Free Fire”, realizada por Itaú, CUFA e Instituto Data Favela, 96% dos jogadores das comunidades gostariam de se tornar profissionais, mas apenas 4% têm renda fixa a partir dos games. Se profissionalizar é o maior sonho de vida para 29% dos 1.180 entrevistados pelo levantamento. Esse cenário demonstra como os games ganham espaço no mercado, especialmente entre os mais jovens — 25% do tempo de lazer da geração Z é usado para jogar videogame, aponta o “Newzoo's Generations Report: How Different Generations Engage with Games”.

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