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Como se proteger digitalmente no metaverso

Usuários, desenvolvedores e marcas começam a se preocupar com os impactos das tecnologias imersivas para a privacidade e a proteção de dados. Dá para evitar problemas já na largada

À medida que o mundo se torna cada vez mais digital, mais e mais informações pessoais estão sendo coletadas sobre os usuários todos os dias. Lidar com suas expectativas de privacidade e proteção de dados pessoais vem desafiando as marcas constantemente. Se já é difícil hoje, no universo digital 2D, imagina nos metaversos, onde aplicações 3D, Realidade Aumentada (AR) e Realidade Virtual (VR) já começam a exigir bem mais informações pessoais para permitir experiências imersivas e interações significativas!

Comparadas com as mídias sociais, as plataformas do metaverso podem rastrear os usuários de uma maneira muito mais íntima: dilatação da pupila, movimento dos olhos, expressões faciais, temperatura da pele... Gastar apenas 20 minutos em uma simulação de RV deixa quase 2 milhões de registros sobre a nossa linguagem corporal.

Na verdade, muito mais que a privacidade individual está em jogo. Muitos dados permitirão o que o advogado de direitos humanos Brittan Heller chama de "psicografia biométrica", referindo-se à coleta e uso de dados biológicos para revelar detalhes íntimos sobre os gostos, desgostos, preferências e interesses de um usuário.  Nas experiências de RV, não é apenas o comportamento externo do usuário que é capturado, mas também suas reações emocionais a situações específicas, por meio de sinais como dilatação da pupila ou mudança nas expressões faciais.

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