s
CARREIRA

Como combater o microestresse, esse vilão silencioso

O primeiro passo é identificar quais estressores estão presentes em nossas vidas diárias e isolá-los. Depois, apertar o botão do ZOFO e delegar sem sentir pena de cobrar resultados

Todos conseguimos reconhecer fontes óbvias de estresse no trabalho. Mas há estresses que são mais furtivos, causados pelo acúmulo de pequenos gatilhos que encontramos na rotina, nas interações cotidianas, explicam Karen Dillon e Rob Cross, no livro The Microstress Effect. Uma hora, esse acúmulo transborda, esgotando nossas reservas emocionais, desafiando nossa identidade e valores e drenando nossa capacidade de fazer as coisas.

Microestresses que drenam nossa capacidade incluem tensões (que muitas vezes não são ditas) na maneira como trabalhamos em equipe, quando as pessoas não entregam de forma confiável, há desalinhamento de papéis ou prioridades, padrões de comunicação ruins e um aumento em nossas próprias responsabilidades. Aqueles que esgotam nossas reservas emocionais nos prejudicam ao criar um padrão de pensamento ou sentimento negativo. Podem fazer com que nos sintamos inseguros sobre o impacto de nossas ações e tenhamos medo das repercussões. Também podemos nos sentir esgotados aos sermos forçados a perseguir objetivos que contradizem nossos valores pessoais.

O primeiro passo para gerenciar o microestresse é identificar quais estressores estão presentes em nossas vidas diárias e isolá-los. Ajuda reservar um tempo para atividades como meditação, corrida, leitura, arte, priorizar nanotransições, uma alimentação saudável e boas noites de sono. Podem ser atitudes muito mais importantes do que concluir uma tarefa pendente. No entanto, é comum priorizarmos o trabalho à nossa própria saúde, muitas vezes sem pensar que podemos estar comprometendo muito mais o nosso desempenho.

Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.

Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.

É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.

Cortar vagas júnior por causa da IA pode sair caro para CEOs e boards

Tendências

Cortar vagas júnior por causa da IA pode sair caro para CEOs e boards

Ao reduzir a porta de entrada hoje, empresas arriscam perder talentos, cultura e liderança no médio prazo

Por que a liderança falha na mudança — mesmo quando a estratégia é boa

Tendências

Por que a liderança falha na mudança — mesmo quando a estratégia...

Dados da DDI revelam que o maior gargalo das transformações não está no plano, mas na forma como líderes engajam, escutam e reforçam comportamentos

Os empregos que a IA está criando — e por que eles mudam a lógica do trabalho

Tendências

Os empregos que a IA está criando — e por que eles mudam a lógica...

De data annotators a forward-deployed engineers, a expansão da IA está redesenhando funções, habilidades e a fronteira entre tecnologia e negócio

Grande Adaptação: 2026 marca virada na relação entre empresas e pessoas

Tendências

Grande Adaptação: 2026 marca virada na relação entre empresas e pe...

O Workmonitor 2026 revela a lacuna de confiança entre empregadores e trabalhadores, o avanço da IA como infraestrutura e o fim da carreira linear — e o que líderes precisam fazer agora

Futuro do trabalho: IA redistribui o valor da produtividade individual para coletiva

Tendências

Futuro do trabalho: IA redistribui o valor da produtividade individual...

Da economia do desalinhamento de habilidades à produtividade coletiva e ao Human Performance Reset, os dados mostram como a Inteligência Artificial está mudando o que realmente importa no trabalho

Quatro futuros possíveis para o trabalho na era da IA até 2030

Tendências

Quatro futuros possíveis para o trabalho na era da IA até 2030

Estudo do Fórum Econômico Mundial mostra como a combinação entre avanço da IA e preparo da força de trabalho pode levar à prosperidade ou à frustração econômica