s
Crédito: Deniz Altindas/Unsplash
TENDÊNCIAS

Apps de Mindfulness oferecem “Serenity Now”

No ano passado, os consumidores gastaram US$ 194 milhões nos dez principais aplicativos dessa categoria, um crescimento de mais de 50% em relação a 2018

Aplicativos de meditação se movimentam para acudir pessoas do mundo todo no meio da quarentena, já que a tensão é grande, seja pelos riscos de saúde, pelo confinamento, ou pelas incertezas que a crise econômica traz.

O app Calm, que teve sua versão e conteúdos em português lançados no Brasil em 2019, faz no dia 21/05 (quarta-feira) um movimento de meditação global ao vivo, transmitindo pelo seu canal no YouTube em inglês, português e francês. A meditação será conduzida pelas Head of Mindfulness dos países (no Brasil é Andréa Perdigão).

Nos Estados Unidos, o app Headspace está dando uma força para quem perdeu o emprego: uma conta gratuita de um ano da sua versão premium, que custa US$ 69. Em parceria com a Sesame Street, produtora da Vila Sésamo, criou uma programação no YouTube for Kids usando os monstrinhos para ensinar meditação para crianças (Sesame Street Monster Meditations) com foco em controle emocional.

CADASTRE-SE GRÁTIS PARA ACESSAR 5 CONTEÚDOS MENSAIS

Já recebe a newsletter? Ative seu acesso

Ao cadastrar-se você declara que está de acordo
com nossos Termos de Uso e Privacidade.

Cadastrar

Na dúvida se funciona? A Psychology Today dá 20 razões científicas para acreditar. Em 2019, os consumidores gastaram US$ 194 milhões nos 10 principais apps dessa categoria, um crescimento de 54% sobre 2018, resultando em 57,4 milhões de dowloads. Em um período de cinco anos, o crescimento foi de 121% desse mercado, sendo que Calm e Headspace lideram o ranking (#1 e #2 respectivamente), segundo dados da SensorTower. Da receita de 2019, Calm ficou com US$ 92 milhões e Headspace com US$ 56 milhões.

Em tempo, o título desse post é uma homenagem a Jerry Stiller, ator de 92 anos morto na semana passada, que ficou conhecido na série Seinfeld pelo seu bordão “Serenity Now”.

Do caixa ao fluxo: por que 2026 marca o fim do organograma como resposta

Diversidade

Do caixa ao fluxo: por que 2026 marca o fim do organograma como respos...

Estudo da McKinsey mostra que a transformação é estrutural: vantagem competitiva virá do redesenho de fluxos, papéis e governança em um mundo de IA e choque geopolítico.

O futuro dos pagamentos no Brasil não é escolha. É integração

Tendências

O futuro dos pagamentos no Brasil não é escolha. É integração

Pix supera cartões no e-commerce, parcelamento impulsiona receita, SMEs aceleram via bancos digitais e stablecoins ganham protagonismo cambial.

A tecnologia acelerou, mas a base científica e humana está encolhendo

Inovação

A tecnologia acelerou, mas a base científica e humana está encolhend...

Enquanto IA, quântica e biotecnologia avançam, Stanford alerta para a erosão da ciência básica e do capital humano

Mais cobrança por resultados, menos preparo: a equação de risco das empresas em 2026

Tendências

Mais cobrança por resultados, menos preparo: a equação de risco das...

Estudos do GPTW, da Gartner e da Harvard Business Review indicam que exigir performance sem recalibrar suporte, cultura e capacitação cobra um preço alto

A crise silenciosa do trabalho: por que as empresas estão perdendo foco, não horas

Tendências

A crise silenciosa do trabalho: por que as empresas estão perdendo fo...

Dados globais indicam que apenas 2 a 3 horas do dia são realmente produtivas, enquanto o “trabalho sobre trabalho” e a fragmentação da agenda corroem a eficiência

O verdadeiro gargalo da inovação é a complexidade

Inovação

O verdadeiro gargalo da inovação é a complexidade

WIPO analisa 2.508 capacidades e mostra por que conectar ciência, tecnologia e mercado virou vantagem competitiva