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Crédito: Jahoo Clouseau/Pexels
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Agroindústria: riscos e benefícios da engenharia genética

O melhoramento genético de culturas vem avançando para se tornar mais seguro, fazendo uso de tecnologias como CRSPR e GMO

Defensores da biotecnologia, particularmente as empresas de agrobiotecnologia, gostam de afirmar que os seres humanos vêm modificando geneticamente os alimentos há milhares de anos. E técnicas genéticas modernas, incluindo GMO e CRISPR, são apenas uma continuação desse processo. Esses avanços tecnológicos só tornaram a modificação genética mais precisa, segura e saudável. Por isso devemos adotá-las com uma supervisão regulatória simplificada? Quantos de nós sabem como as culturas são geneticamente modificadas?

De fato, aumentar a produção de alimentos depende de melhorar o rendimento da cultura, aumentar a resistência a pragas e doenças e a tolerância a estressores ambientais. Por isso, o melhoramento genético de culturas abrange diferentes técnicas. Algumas regulamentadas, outras não. O Genetic Literacy Project achou que seria instrutivo disponibilizar um infográfico que ilustra os vários métodos de modificação genética na agroindústria, incluindo quantos genes são afetados e os tipos de regulamentação existentes para cada um deles.

Infográfico mostra como as colheitas são geneticamente modificadas Crédito: Genetic Literacy Project

 

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