Existe um novo blueprint sendo construído para o mundo do trabalho. Ele passa pelo momento “IA não é somente uma ferramenta”, chega até “Pense na IA como um estagiário muito brilhante” e nos projeta para um futuro próximo em que profissionais humanos e agentes de IA dividem tarefas e ferramentas. Esse sistema híbrido estruturado em torno da “ inteligência sob demanda” é a base da “Frontier Firm” (empresa de fronteira) que gera mais valor a partir da combinação humanos + máquinas e que deve tomar forma nos próximos dois a cinco anos, de acordo com o relatório “2025: The Year the Frontier Firm Is Born” – nova edição do Work Trend Index Annual Report.
De cara, o estudo traz os pontos que mostram a urgência desse novo modelo:
A Microsoft analisou dados de pesquisas de 31.000 trabalhadores em 31 países, tendências do mercado de trabalho do LinkedIn e sinais de produtividade via Microsoft 365, além de conversar com economistas, cientistas, lideranças corporativas e de startups que exploram IA nativa. O cenário que emergiu é uma profunda reestruturação dos modelos organizacionais, das funções humanas e da própria natureza do trabalho.
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