Analistas da McKinsey revelam em 5 passos que a personalização omnichannel, onde as empresas são capazes de personalizar a experiência do cliente em canais físicos e digitais, podem obter um aumento de receita de 5 a 15% em toda a base de clientes.
De acordo com o estudo da McKinsey, as empresas reconhecem a importância e a necessidade da personalização omnichannel, mas não avançam nessa frente por algumas razões, como imaginar que os investimentos serão muito mais altos do que o retorno gerado. Além disso, muitas companhias ainda estão trabalhando para reforçar os sistemas de tecnologia de marketing, como o gerenciamento de inventário, que também permite usufruir de recursos de personalização omnichannel.
Outra questão está ligada à dificuldade de entregar uma experiência mais fluida para o consumidor e que está ligada ao treinamento de funcionários. Personalizar a experiência direta do consumidor resulta em mudanças no fluxo da jornada do consumidor que, se não forem feitas de acordo, podem prejudicar toda a experiência. Não é uma tarefa tão simples tornar a experiência mais intuitiva, como fazendo o login em um quiosque, baixando um aplicativo ou oferecendo informações através de interação online. Quem está na linha de frente para atender o consumidor precisa de treinamento para entender e reforçar os ganhos do consumidor nessa nova jornada.

Dois grandes relatórios de 2026 — da McKinsey e do Talent Strategy Group — revelam uma função de RH tecnicamente em transição e humanamente fraturada: só 11% das empresas planejam talento no longo prazo, a adoção de IA patina em...
Dados de TalentLMS, Cornerstone, BCG e Deloitte revelam por que o desenvolvimento de skills precisa virar processo contínuo, e não projeto pontual
Na véspera da abertura da Copa do Mundo no Brasil, o Google reuniu executivos, parceiros e convidados em São Paulo para anunciar lançamentos que vão de IA aplicada ao futebol e à saúde até novos recursos do Gemini, do YouTube e da Bu...
Pesquisas com milhares de trabalhadores nos EUA e no Reino Unido revelam que 72,8% dos executivos C-level usam ferramentas de IA não autorizadas — e a maioria não pretende parar, mesmo sabendo dos riscos
De deepfakes de executivos a agentes de IA manipulados por instruções ocultas, os ataques de identidade digital evoluíram, mas os programas de defesa da maioria das organizações ainda operam no passado
Pesquisa global com quase 12 mil profissionais mostra que 74% dos trabalhadores já usam IA regularmente — mas a maioria das organizações ainda não sabe como converter esse uso em valor real
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
