Construir o propósito de uma empresa de forma real, sem que ele seja tratado como um remendo, pode parecer fácil à primeira vista – acredite, não é. De fato, apenas 7% dos CEOs das empresas que fazem parte do ranking da Fortune 500 acreditam que suas organizações deveriam se preocupar basicamente em ganhar dinheiro e “não se distrair com objetivos sociais”.
Seja fiel a quem você é uma “regra de ouro”, certo? Sim, mas como já ficou claro para quem acompanha empresas de rápido crescimento, o propósito tem que ser parte da estratégia e tem que estar claro para todo mundo que trabalha ali, independentemente do cargo.
“Uma abordagem superficial do propósito não funciona. Na verdade, pode causar danos consideráveis”, atesta o artigo “Mais do que uma declaração de missão: como os 5Ps incorporam o propósito de entregar valor”, da McKinsey. Seus autores reforçam que a suposta “magia” das “empresas vencedoras” não é algo que pode ser facilmente adicionado ao mix, sob o risco de a empresa ser acusada de os clientes a acusarem de não ser autêntica. Da mesma maneira, acrescenta, “clientes, fornecedores, parceiros e investidores reconhecem a proposta de valor”. Construir a dinâmica em que clientes, fornecedores, parceiros, investidores, a liderança e os funcionários reconhecem a proposta de valor é a chave para imbuir esse propósito dentro da cultura da empresa.
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
Novo Premium All-in-One reúne ferramentas inteligentes de prospecção, posicionamento e recrutamento em um único painel — conectando perfil pessoal e página da empresa
Estudos do GPTW, da Gartner e da Harvard Business Review indicam que exigir performance sem recalibrar suporte, cultura e capacitação cobra um preço alto
Dados globais indicam que apenas 2 a 3 horas do dia são realmente produtivas, enquanto o “trabalho sobre trabalho” e a fragmentação da agenda corroem a eficiência
Ao reduzir a porta de entrada hoje, empresas arriscam perder talentos, cultura e liderança no médio prazo
Dados da DDI revelam que o maior gargalo das transformações não está no plano, mas na forma como líderes engajam, escutam e reforçam comportamentos
Resultados já não bastam. Conselhos agora buscam líderes que combinem visão estratégica, domínio de IA, liderança humana e presença ética para atravessar tempos de incerteza
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
