Há anos as Big Techs vêm dizendo que as Realidade Virtual e Aumentada estariam prestes a se tornar populares. Desenvolvimentos recentes – alguns estimulados pela pandemia global – tornam tentador dizer que desta vez pode ser diferente. Vejamos.
A Apple investiu na aquisição da NextVR, uma startup especializada em VR live-streaming de grandes eventos como shows e esportes.
O Oculus, do Facebook, ultrapassou US$ 100 milhões em vendas de conteúdo em sua loja online. Um marco na geração de receitas. Dez títulos geraram mais de US$ 2 milhões cada. Na opinião de Andrew Bosworth, responsável pelos negócios de hardware do Facebook, a VR está tendo seu “momento iPhone”.
A Microsoft, na Build 2020, reportou “forte adoção” do headset HoloLens 2, de US$ 3.500, entre clientes de manufatura, varejo, saúde e educação em 10 mercados existentes. E anunciou a chegada do HoloLens 2 à loja virtual da Microsoft em julho e a 15 novos mercados no quarto trimestre.
Correndo por fora, o Spatial, proclamado o “Zoom da VR”, se dedicou a oferecer gratuitamente suas ferramentas para reuniões empresariais.
Dados animadores, sem dúvida, considerando que a maior limitação às experiências de RV/RA hoje é a tecnologia, ainda limitada para facilitar uma experiência verdadeiramente conectada nos metaversos.
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