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Fazenda de energia solar no Rio Grande do Norte (Crédito: Reprodução/YouTube)
INOVAÇÃO

Corrida global por energia solar acelera — e o Brasil precisa reagir

China testa usina no espaço, Índia cria empregos, enquanto o Brasil constrói sua estratégia

No momento em que se discute como tornar a demanda por data centers menos destrutiva para o meio ambiente, a resposta pode estar lá no alto. A energia solar lidera o crescimento global entre as fontes renováveis. A capacidade instalada global cresceu 56% em 2023, alcançando 1,6 terawatt (TW), o suficiente para abastecer quase metade dos lares do planeta, segundo BloombergNEF.

A Agência Internacional de Energia (IEA) prevê que, até 2028, a energia solar responderá por quase 25% da nova capacidade elétrica instalada globalmente, com destaque para China, Índia, EUA e Europa. E aí vem a pergunta: o Brasil não entra na lista?

O Brasil pode estar diante de uma de suas maiores oportunidades estratégicas neste século: transformar sua matriz energética limpa em vantagem competitiva global para atrair a atenção das Big Techs. Além de uma localização estratégica como polo central na América do Sul, “o maior atrativo, de longe, é o sistema elétrico do país: quase 90% vêm de energia renovável e o Brasil já possui uma boa infraestrutura de transmissão que movimenta eletricidade por todo o país”, como bem cita a revista Time.

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