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Na mentalidade experimental, o foco está na descoberta e na diversão em vez de no resultado final (Crédito: Freepik)
CARREIRA

Seu cérebro precisa ser mais experimental, menos perfeccionista

Cultivar um mindset mais experimental dentro da organização não só contribui para soluções mais criativas, mas também para as pessoas se sentirem mais felizes

Em vez de perseguir objetivos lineares e rígidos, por que não se comprometer com a experimentação e cultivar a curiosidade para enfrentar a incerteza? Basicamente, essa é a proposta da neurocientista Anne-Laure Le Cunff, autora de “Tiny Experiments: How to Live Freely in a Goal-Obsessed World”. Neste vídeo, ela explica conceitos como cérebro maximalista e por que ter um mindset experimental pode mudar sua vida e trazer mais felicidade.

“Quando queremos nos exercitar, decidimos que temos que ir à academia todos os dias. Se queremos começar a escrever, decidimos que vamos escrever um livro. O problema do cérebro maximalista é que ele frequentemente leva ao abandono dos projetos porque eles se tornam grandes demais”, afirma a neurocientista.

A alternativa, segundo Le Cunff, é adotar uma mentalidade experimental, em que o foco está na descoberta e na diversão em vez de no resultado final. Essa mentalidade permite transformar a vida em uma série de pequenas experiências que geram aprendizado contínuo. “Quando você está rodando um experimento pequeno, não está tentando fazer algo grandioso; está apenas tentando aprender algo novo”, explica.

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